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 Toda jornada começa com o primeiro passo., Primeira Aventura
thalisontrm
 Posted: May 13 2017, 06:37 PM
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thalisontrm




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Toda jornada começa com o primeiro passo.


O dia estava apenas começando e Ragadash já estava de pé, caminhando por entre a floresta, em seus olhos podia ver decepção, ele carregava além de seus pertences, algo enrolado a um pano feito com couro provavelmente, era sinal de que mais um trabalho havia sido completo, porém seu olhar demonstrava que a missão teria sido um tanto fácil, e até entediante talvez, mas era necessário, estava sozinho a um bom tempo em sua busca por verdadeiros desafios e entendia que precisava trabalhar para poder finalmente sair daquela ilha e iniciar sua jornada, e que outra melhor maneira de lucrar se não fazer o que treinou a vida toda para aprender, caçar.

Fez isso a sua vida toda, porém quando em grupo, podia caçar bestas poderosas que causavam destruição por onde passavam, monstros de que todos fugiam, ele perseguia, mas agora sozinho teria que começar de baixo, caçaria criaturas que causavam problemas ao redor das cidades e assim conseguiria dinheiro para suas futuras viagens.

Não demorou até que chegasse a cidade e logo em seguida avistar seu empregador, um senhor de vestes simples, magro e alto que aparentava ser simples e pobre, mas conversava muito bem, bem até demais para um vovô que se preocupava com legumes, pensou Ragadash desde o primeiro momento em que conversou com o Senhor quando foi contratado um dia antes daquele atual momento.

-Aqui está os chifres da besta, é prova mais que suficiente para saber que o animal está morto.- Falou Ragadash para o senhor, entregando-o o pano de couro que enrolava dois chifres compridos ainda ensanguentados nas extremidades que haviam sido removidos do tal animal.

-Agora não lhe devo mais nenhum favor, minha divida está paga e se precisar de meus serviços novamente terá um preço... Estamos quites.- Completou Ragadash.
-Também não entendo porque é tão importante para você proteger uma horta, não estou a muito tempo aqui mas posso ver claramente que a principal atividade da ilha não é a agricultura.
De todo modo, caso você não tenha mais nenhum serviço para min caminharei até taberna para ver o que posso encontrar por lá.
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Cukito
 Posted: May 15 2017, 05:13 PM
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Cukito




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Estava anoitecendo quando Koda chegou a Ouame clandestinamente em um navio, assim que a embarcação se atracou ao porto Koda se esgueirou para fora sem ser descoberto, agora se encontrava em uma ilha estranha guardando consigo somente uma bolsa com algumas roupas e objetos de valor que roubou de casa para trocar por estadia e comida.
Perto do porto Koda avista uma estalagem e vai em direção a ela, chegando lá ele viu que alem de estalagem era também uma taverna e atrás balcão tinha um velho, Koda foi em direção a ele e perguntou.

- Boa noite senhor, haveria um quarto disponível por alguns dias para um viajante?
- Sim caro jovem, temos quartos disponíveis e boas refeições se tiver como pagar por elas.
Kodaentão tirou da bolsa uma pequena caixa de prata e botou em cima do balcão, o velho olhou estranho e desconfiado mas aceitou o pagamento. Koda pediu também uma refeição, e que o entregasse no quarto.
Depois de um banho Koda estava na cama, refletindo sobre tudo o que aconteceu durante o dia, e o que ele faria de agora em diante.


This post has been edited by Cukito: May 15 2017, 05:14 PM

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Kaimon
 Posted: May 15 2017, 09:31 PM
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Kaimon




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Enquanto isso, do outro lado da cidade, Kai se preparava para mais um dia de trabalho. Como sempre, ele arrumou seus cabelos, tomando o cuidado para deixa-los protegidos dos muitos equipamentos da oficina de seu mestre. Era mais um dia de entregas e produção, e Kai estava empolgado pelo que estaria por vir. O que seu mestre iria fazer hoje? Ou melhor ainda, estaria seu mestre disposto a deixa-lo criar? Enquanto esses pensamentos rodavam por sua cabeça, ele acabara de se arrumar e estava pronto para aproveitar seu dia

Descendo as escadas, Kai praticamente pulou da mesma, enquanto corria para a oficina de seu mestre. Chegando perto da porta, ele parou e se arrumou para não correr o risco de levar uma bronca de seu mestre "a pressa é inimiga da perfeição", dizia ele sempre.

Adentrando a oficina, finalmente ele conseguiu se sentir realmente em casa. Todas aquelas peças de ferro, sucata, escudos e talheres de madeira, e até coisas mais complicadas, como relógios, pequenas catapultas pessoais e muito mais do que era possível observar apenas com uma pequena olhada.

Indo até o centro da oficina, onde seu mestre já encontrava-se observando alguns papeis, serviu-se com uma xícara generosa de café, e perguntou:

-Bom dia mestre! E então, o que temos pra hoje? - Perguntou o garoto enquanto tomava um gole de sua bebida favorita.


This post has been edited by Kaimon: May 18 2017, 04:34 PM

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Berenaldojr
 Posted: May 15 2017, 11:19 PM
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"O que posso inovar com batatas e cenouras, não tenho nenhuma carne, nenhum outro vegetal, apenas batatas e cenouras..."
esse era o pensamento matinal de Doncy, em plena 5 da manha e ele deveria preparar algo, estavam quase no porto, sua carona seria paga, quase... o quese faz com cenouras e batatas??
Doncy vasculha entre os armarios e potes mas tudo que tem é 2 cenouras e três batatas.
Ja havia 3 dias que tinha saido da ultima ilha, a festa do porre do capitão tinha sido de primeira, inclusive acabou com boa parte dos mantimentos, estava decidido, assim que aporta-se iria procurar o melhor pedaço de carne, um repolho talvez, mel, laranjas, todos os aromas lhe passavam ao olfato imaginário, mas ali, no seu tato... apenas cenouras e batas...
cozinha, frita, assa e fatia, nao era nada alem de cenouras e batatas mas ninguém deveria reclamar daquela refeicao...
assim que aportam ele agradece o capitão, recomenda algumas provisões e parte, essa é a ilha, é aqui, basta achar a taverna do Rosk e Rollins, lar da sagrada sopa extra picante de piranha vermelha, seu atual desafio, seu atual objetivo, descobrir o segredo por de traz dessa receita.

This post has been edited by Berenaldojr: May 16 2017, 10:38 AM

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VictorZechs
 Posted: May 15 2017, 11:24 PM
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VictorZechs




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ARAK ETTO'O
Arak chega a Ouame naquela tarde e nota uma cidade viva e barulhenta. Adentrando a cidade pela praia ele nota os olhares ao redor, mostrando que não era tão bem-vindo quanto esperava.. Sem rumo ele vai até uma praça e coloca sua mochila no chão, pega o seu velho tambor e começa a tocar. Rapidamente, curiosos de todas as partes aparecem, mas muitos vão embora quando veem que se trata de um Tritão. Os poucos que ficam colocam algum dinheiro perto dele e Arak se sente de certa forma animado, tocando um pouco mais feliz.
Pouco tempo depois uns oficiais da Marinha chegam e perguntam quem deu autorização para ele tocar ali.
- Não pedi autorização, apenas sentei e comecei a tocar - Disse Arak!
Os oficiais disseram que não podia continuar ali pois houve denuncias de que ele estava pertubando a ordem.
- Peço desculpas pelo transtorno, seguirei meu rumo, obrigado! - Arak respondeu, recolhendo seus pertences e se retirando
Meia hora depois, Arak chega até o porto, onde existia uma estalagem. Ele entra e se dirige ao atendente:
- Boa tarde, teria algum quarto disponível?
- Talvez!- Respondeu o Atendente com um olhar desconfiado - Tenho que verificar com o meu patrão, SENHOR MONTYGOMERY!!!- Gritou o Rapaz para alguém nos fundos.
Um senhor de idade aparece pouco tempo depois e olha para Arak e pergunta:
- Posso ajuda-lo??
- Boa Tarde meu senhor, teria algum quarto disponível? Ficarei alguns dias e não tenho aonde dormir.
- Bom, se puder pagar não terei do que reclamar, mas por favor, evite a área comum da estalagem, alguns hospedes provavelmente não irão apreciar sua presença - disse o Sr.Montygomery
- Agradeço, para qual quarto devo ir? - Indagou Arak
- Tim, dê a chave ao Tritão! - Ordenou o Sr.Montygomery ao rapaz atendente
- Aqui está! - Disse Tim jogando a chave à Arak, visivelmente enojado - Quarto 105, é só subir as escadas e ir até o fim do corredor.
- Obrigado Tim! - Respondeu Arak com bondade e se retirando da recepção.
Ao abrir a porta do seu quarto Arak nota um quarto pequeno. Uma cama com um colchâo de palha bem macio, um travesseiro também de palha, um guarda-roupa de madeira envernizado e uma escrivaninha com um candelabro aceso e um pequeno banheiro ao lado da porta principal. Arak entra no quarto, coloca sua mochila no guarda-roupa e deita na cama, imaginando como seria o próximo dia naquela ilha.


This post has been edited by VictorZechs: May 16 2017, 01:06 PM

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LipeSilvaaaa
 Posted: May 16 2017, 05:37 PM
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LipeSilvaaaa




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O dia amanheceu em Ouame, e Kensei ainda continuava à procura de quem matou seu mestre. Passando de casa em casa, perguntando se alguém tinha reconhecido o assassino, já estava cansado de procurar, pois já estava procurando por dias, até que um jovem, um tanto quanto bêbado, disse que havia visto o rosto do homem e afirmou que era um algoz caçador de recompensa que vivia transitando de ilha em ilha procurando oponentes fortes para ele derrotar. O jovem quase sem conseguir falar devido ao seu estado de embriagues, indicou um bar pra Kensei ir, pois lá que os bandidos se reuniam para conversar e beber umas cervejas. Com isso, Oroz agradeceu o jovem rapaz e continuou sua procura. Chegando ao tal bar, enquanto estava a espera de sua bebida, ouviu homens falando sobre um homem absurdamente forte, que utilizando apenas uma espada menor do que uma Katana convencional, matou diversos espadachins e outros lutadores que o desafiara. Kensei, em um estalo, identificou a história como o mesmo fim que seu mestre teve, e já estava indo em direção aos bandidos para saber do paradeiro, mas os mesmos já estavam rindo e agradecendo pelo fato daquele suposto monstro já ter pegado um navio e partido para outra ilha. Acalmando-se e terminando sua bebida, Kensei voltou para seu dojo e começou a pensar em uma forma de sair da ilha pra começar sua jornada em busca do assassino ainda sem nome. Após pensar um pouco, seu objetivo foi ficando cada vez mais claro, se quisesse sair da ilha, precisaria ir até o porto e encontrar uma forma de perseguir o homem. Decidido, levantou-se de sua meditação, tomou o cuidado de fechar todas as portas do dojo, verificou sua espada na cintura com a mão, controlando um pouco o impulso que sentiu de cortar algo, e partiu em direção ao porto, aquele lugar que antes não tinha nem um pouco de interesse de ir agora era uma esperança de alcançar seu objetivo.


This post has been edited by LipeSilvaaaa: May 17 2017, 09:23 AM

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Muffin
 Posted: May 18 2017, 01:08 PM
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Muffin




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Toda a Jornada Começa com o Primeiro Passo
(Ragadash)
O fazendeiro tomou os chifres da besta assassinada, encarou eles por alguns segundos enquanto você falava, e o encarou novamente. Ele tossiu, antes de falar em um tom mais baixo para você:
"É claro, é claro. Eu... Acho que é tudo, meu bom homem."
E dito isso, ele voltou para a sua casa — e você, para a taverna onde tinha o costume de ir beber. Havia passado uma boa parte do dia anterior rastreando aquela besta, e então lhe dando um fim. Pode sentar no lugar que mais costumeiramente sentava, e onde tem boa visão das pessoas que entram e saem, na janela ao lado do balcão, confortavelmente escondido pela sombra. Pôde ver toda a movimentação do dia, pessoas entrando, pedindo quartos, pedindo bebidas, pedindo informações. Nisso, incluindo também a movimentação de um rapaz que mal parecia ter idade para viajar sozinho pagando por um quarto, um tritão extremamente educado e um homem com asas e antenas. Parecia que era um dia bem movimentando para o Velho Montygomery, o dono do lugar. Um trabalho passado havia dado para o Lobo Arqueiro um quarto (caso houvesse um disponível) naquela Taverna em especial, o que sempre lhe fazia voltar para lá quando tinha a chance. Caso deseje ficar, você irá acordar na manhã seguinte com batidas no corredor do seu quarto, altas o suficiente para lhe acordar.

(Koda)
A noite em Ouame era a parte fria do dia, com uma fina névoa acima do mar, como um cobertor por cima das ondas. Não teve muito tempo para que Koda pudesse apreciar a beleza da visão da lua, das ondas e da névoa em conjunto, ele saiu do navio, e rumou diretamente para a taverna mais próxima. Era uma típica taverna de porto, e como era noite, havia um número até bem grande de pessoas ali. Bebendo em mesas com os seus amigos, conversando, gritando, rindo, aproveitando dos prazeres do álcool. Mas, para ele, era apenas um banho que precisava, então pagou pelo quarto, e subiu para lá. A água que tinha nos canos não era muito quente, mas água fria sobre a sua cabeça era o suficiente para lhe ajudar a pensar um pouco e, também, esfria um pouco a cabeça. Alguns minutos depois, estava seco e na cama, encarando o teto de madeira ali. O sono não demorou a vir, lhe deixando acordar apenas no dia seguinte, com o sol já entrando para dentro do quarto e um som distante de batidas.

(Kai)
O seu mestre parecia bem focado naqueles papéis, quase não notou a sua aproximação dele até que falou. Levantou os olhos para você lentamente, e disse
"Oh, sim. Se lembra daquele canhão que estávamos trabalhando? Precisava que você fosse até o mercado comprar mais madeira para fazermos a base. Aquele pilantra do Crio me vendeu mais de 5 quilos de madeira imprópria."
Ele balançou a cabeça, Kai sabia que mesmo sendo um ferreiro de ótima qualidade, eles sempre tiveram que saber utilizar bem do orçamento para conseguirem chegar no fim do mês com comida na mesa, água limpa e os impostos em dia com o imperador.

(Doncy)
Uma jornada com um objetivo incomum acabou levando o Skylean em direção da ilha de Ouame. Apesar de ter acordado tão cedo para fazer a sua sopa de despedida para o capitão que lhe deu a carona até lá, chegaram apenas tantas horas depois, com o sol já do lado contrário do céu. O clima ameno, e a arquitetura diferente de lá, foram os primeiros a darem boas-vindas para o excepcional mordomo. Ele andou por algum tempo em busca da lendária taverna Rosk e Rollins, mas achou apenas tantas estalagens e tavernas sem o nome que procurava. Um pouco incerto sobre onde deveria seguir agora, e vendo a lua começando a tomar conta do céu, poderia ver que era melhor procurar informações ou um lugar de descanso. E a taverna mais próxima era a movimentada Taverna do Porto, talvez conseguiria umas boas informações dali, certo? Caso decidisse passar a noite ele, Donny é acordado com barulhos de batida contra madeira no corredor do seu quarto.

(Arak)
Com a recepção da Marinha, Arak podia sentir a nostalgia em suas escamas uma vez mais. Com a cabeça erguida, ele seguiu por entre o porto, com olhares curiosos (e alguns até mesmo inamistosos) sobre ele. Conseguiu um quarto na Taverna do Porto, com o educado Sr. Montygomery, e para o seu quarto rumou. Lá ficou até o dia seguinte, quando acordou com batidas fortes na sua porta.
"H-Hey, tritão! Acorda, acorda ai."
A voz pertencia ao ajudando do dono, Tim, que parecia extremamente enojado (e um pouco assustado) com a visão do tritão no dia anterior.

(Kensei)
Com o seu dojo devidamente fechado, Kensei começou a sua procura pelo algoz de seu mestre. Havia novas informações consigo pelos piratas, tais piratas que pareciam ter medo do assassino também. Enquanto fechava as portas e janelas, teve uma impressão estranha, um calafrio subiu pela sua coluna, parando apenas quando chegou na sua nuca. Olhou para trás reflexivamente, mas a única coisa que havia ali eram as paredes e os materiais do dojo. Nada mais, nada a menos. Talvez fosse apenas a imaginação dele. Terminou de fechar a última janela, passou a corrente no portão, e se virou para seguir em direção do porto. A lua já iluminava o céu, com poucas nuvens e muitas estrelas. Ele seguia o seu rumo, quando teve a sensação uma vez mais. Ele estava em uma trilha, com arbustos e árvores por perto, que conectava o seu dojo diretamente com a cidade. Poderia ser um animal? Ou alguma coisa que lhe perseguia?



QUOTE
Olá, Wolf Gang. Serei o seu narrador nesta aventura, e quem sabe até nas futuras que tenham, sim? Aqui está o meu Quadro de Narração, recomendo que leiam ele, pois tem algumas regras que gostariam que seguissem.

Tirando isso, como o Thaliso falou, vocês são novatos em RPG num geral. Então, aqui vai algumas coisas que gostaria que seguissem (por favor, não tomem como uma bronca, apenas uma atençãozinha)

*Por favor, em suas ações, façam apenas as ações de seus personagens. Qualquer coisa além disso, cenários, outros personagens, reações, etc... Deixem para mim. Se tiverem dúvidas, podem dar uma olhada em outros tópicos de aventuras.
*Lipe, por favor, coloque o link da sua ficha em algum lugar que eu possa ler. Na sua assinatura, ou no próprio campo de ficha no seu perfil.
*Kaimon, se puder usar outra fonte além de amarela, eu agradeceria. Talvez usar a laranja como eu coloquei ali?

De resto, gostaria que me mandassem um PM com os objetivos a longo prazo dos seus personagens, e do que gostariam de fazer com eles como jogadores.Além disso, podem sempre me mandar um PM quando tiverem algo a falar comigo.


@thalisontrm @Cukito @Kaimon @Berenaldojr @VictorZechs @LipeSilvaaaa

This post has been edited by Muffin: May 18 2017, 05:37 PM

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Berenaldojr
 Posted: May 18 2017, 05:18 PM
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Berenaldojr




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Berenaldojr is Offline

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Dentro de um sonho delicioso com manjares e quitutes tenho meus devaneios ininterrompidos por pancadas secas na madeira.
Assim que me desperto ponho os óculos e pergunto.
-Ola estranho atrás da porta, para que esse alvoroço logo pela manhã?
enquanto vou recompondo vestindo minhas roupas aguardo uma resposta clara do outro lado.

This post has been edited by Berenaldojr: May 18 2017, 05:44 PM
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Kaimon
 Posted: May 18 2017, 05:30 PM
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Kaimon




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Kaimon is Offline

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"Oh, sim. Se lembra daquele canhão que estávamos trabalhando? Precisava que você fosse até o mercado comprar mais madeira para fazermos a base. Aquele pilantra do Crio me vendeu mais de 5 quilos de madeira imprópria."

Claro, como ele iria se esquecer daquele canhão? Foram dias trabalhando no calor escaldante da fornalha, dando forma e reforçando o metal para que ele resistisse aos disparos. Agora tudo que restava era a base, e aquele era um mal sinal, pois cinco quilos de madeira ilegal era cinco quilos a mais de madeira que ele teria que conseguir.

-Bem mestre, eu vou ver o que posso fazer, talvez se eu falar com jeitinho o Bom Crio possa substituir a madeira vendida por engano. E quem sabe ele mesmo vem trazer essa madeira aqui e levar a errada de volta.

Sem esperar uma resposta de seu mestre, Kai correu até a entrada e pegou seu escudo, que estava pendurado de forma discreta na parede, meio oculta em meio a um monte de bugigangas, e colocou nas costas, ninguém sabe o que poderia acontecer.

-Estou indo Mestre Mamorimaru, volto assim que puder!

Andando a passos largos e um sorriso um tanto quanto desafiador, seguiu em direção ao mercado, onde Crio morava e onde ele esperava recuperar aquele dinheiro de qualquer forma.

This post has been edited by Kaimon: May 18 2017, 05:57 PM
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thalisontrm
 Posted: May 18 2017, 05:49 PM
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thalisontrm




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thalisontrm is Offline

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Ragadash se manteve sentado em sua cadeira observando o movimento de pessoas pela taberna, enquanto isso comia e bebia, afinal, caçadas longas o deixavam faminto. Apesar de todos barulhos, conversas, brigas, copos caindo e quebrando, aquele lugar de certa forma era divertido, mas sempre aproveitava desses momentos para focar a atenção em conversas que julgasse importantes. Ragadash já havia aprendido que quanto melhor a taberna, melhor as informações que é possível obter observando e escutando as pessoas.
Trazia sempre consigo seu lema de uma vida inteira, "Pense antes de agir, escute antes de pensar", como dizia seu pai.

Gastou alguns minutos planejando o que faria no próximo dia e em seguida decidiu se "enturmar" pegando uma nova bebida e partindo para um contato maior com os visitantes, passou a conversar, contar piadas e rir para quem lhe desse ousadia. Essas ações lhe faziam obter mais informações, ficava camuflado em meio toda a bagunça e acabara se divertindo com isso.

Após algumas horas Ragadash volta para seu quarto para repousar, um novo dia estava chegando e ele deveria está preparado. Logo pela manhã ele é acordado por fortes batidas próximas de seu local de repouso, o que lhe deixa novamente em alerta, decidiu não interver mais se manteve atento a situação tentando perceber o que poderia acontecer em seguida, vestiu seu traje, arrumou sua pequena mochila e esperou.


This post has been edited by thalisontrm: May 18 2017, 05:51 PM
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Cukito
 Posted: May 18 2017, 06:03 PM
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Cukito




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Cukito is Offline

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Koda acordou se sentindo muito bem e relaxado depois de uma boa noite de sono em uma cama muito confortável comparado ao chão frio de madeira que estava no dia anterior.
Sentindo o calor do sol que entrava pela janela ele se arrumou e saiu do quarto, ignorando as batidas que ouviu foi em busca de um bom café da manhã, pensando em depois sair e explorar a ilha que talvez venha a ser sua nova casa.
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LipeSilvaaaa
 Posted: May 18 2017, 06:51 PM
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LipeSilvaaaa




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LipeSilvaaaa is Offline

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Kensei, incomodado com a sensação que estava sentindo, olhou para traz cuidadosamente, pois escutou um barulho em um dos arbustos. Foi caminhando lentamente ate o local, sacou a sua espada e cortou o arbusto de forma rápida e precisa.
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VictorZechs
 Posted: May 18 2017, 09:33 PM
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VictorZechs




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VictorZechs is Offline

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ARAK ETTO'O
Arak dormia pronfudamente, e novamente aquele sonho o estava pertubando, aquele poneglyph, tentou ler o que estava escrito mas as letras estavam borradas.
Frustado em seu próprio sonho Arak tenta olhar pros lados na esperança de reconhecer aquele ambiente mas, assim que vira o pescoço ele escuta batidas muito fortes que o disperta de seu sonho. Ele levanta ainda sonolento e chateado pela interrupção. Escuta a voz familia da noite passada e identifica Tim, o jovem ajudande da estalagem. Levantando, vai em diração a porta e a abre. Ao pé da porta, Tim parecia mais estranho do que na noite anterior.
- Bom dia Tim! - Respondendo ao chamado de Tim - Em que posso lhe ajudar a essa hora?
Arak viu tim abrir a boca e dizer as seguintes palavras:


This post has been edited by VictorZechs: May 18 2017, 09:42 PM
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Muffin
 Posted: May 19 2017, 08:06 AM
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Muffin




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Muffin is Offline

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Toda Jornada Começa com o Primeiro Passo
Kensei
O samurai era perceptivo, sentiu os olhares sobre si e avançou contra um dos arbustos e o separou com um único corte. Não havia nada ali, quase para o alívio de Kensei... Que não durou muito. Uma sombra caiu das árvores atrás dele. Era uma forma humanoide, usando roupas negras e envolto em sombras. Ele levantou a sua mão, enquanto encarava-o profundamente, e o reflexo da lua mostrou três shurikens entre os seus dedos. Com uma movimentação da sua mão, ele as disparou contra Kensei, sem dizer mais nada.

Koda
O jovem já tinha problemas demais para se importar com algumas batidas em um quarto que nem era o seu. Ele passou pelo jovem magricela que batia em uma das portas, e desceu as escadas para o salão principal da Taverna do Porto. Agora, ali havia apenas o silêncio da manhã, com a maioria das mesas vazias, tirando por um par de bêbados em lados opostos do salão, e três... Marinheiros, com os seus sabres a mostra (mas ainda na bainha), sentados em uma das mesas, rindo e bebendo enquanto o dono, Sr. Montygomery, os servia de cabeça baixa.
"N-Necessita de mais algo, Sr. Buccelari?", o velho taverneiro pergunta, segurando a bandeja com bebidas para os três marinheiros. O que estava no centro, um homem de trinta e tantos, de cabelos ruivos e longos, boné da Marinha e um casaco grande e azul por cima do uniforme de marinheiro, pegou uma das canecas e bebeu longamente. Sorriu com os seus dentes amarelos para o taverneiro.
"Acho que não, não é, Seu Montygomery? Você sempre nos serve tão bem. Faz um ótimo serviço para o governo.", ele sorriu, e os seus lacaios marinheiros souberam que podiam rir maldosamente. Pelos restos na mesa, e o número de canecas, eles já tinham dado um prejuízo para o taverneiro.

Kai
"Sim, eu-", e ele nota que o aprendiz já tinha saído. Balança a cabeça, e enche mais uma xícara de chá, com um sorriso no rosto. "Jovens..." ele diz, murmurando para si mesmo.
O sol radiava no céu, e mesmo a manhã tendo começado a não tanto tempo, a área mercantil da ilha estava bem movimentada. Fossem as feirinhas vendendo as suas frutas, legumes e carnes, ou os bazares, lojas e restaurantes que brigavam por espaço e clientela naqueles dois quarteirões no centro da cidade. Kai, porém, já sabia se movimentar por entre os cutuvelos e pisões no pé do pessoal que passava ali. Crios, o carpinteiro e lenhador, morava no andar de cima da sua loja, que não tinha os seus belos trabalhos com a madeira a mostra hoje, mas sim umas duas dúzias de pessoas ali na frente mostrando os punhos para ele.
"Olha só essa coisa aqui, Crios!", um grita, balançando uma roda de carroça partida ao meio. "A sua viga caiu em cima do meu braço!", outro gritou, balançando o punho com o braço enfaixado.
Parecia que não eram apenas Kai e Mamorimaru quem tinham sido passados para trás pelo carpinteiro e sua madeira imprópria para a construção. Apesar disso, o velho homem careca balança os braços, tentando controlar a população na frente da sua casa.
"P-Pessoal, calma, calma... Não era a minha intenção vender essas madeiras para vocês! Eu juro na vida da minha mamãezinha!", o careca diz, com a velha senhora que era a sua mãe o olhando reprovatoriamente da varanda no andar acima.

Arak, Ragadash, Doncy
O trio tinha sido acordado pela mesma fonte: Tim, o ajudante do taverneiro, batendo numa das portas do corredor. Doncy, quando notou que as batidas estavam vindo de outro quarto (o quarto logo á esquerda do seu, para ser preciso), pôde ouvir uma pessoa falando:
"O-Olha, seu tritão, tu tem que sair daqui. O Buccelari apareceu aqui. Sai pela janela, dá direto no teto do banheiro, dai tu vai estar nos fundos.", ele soava preocupado, e falava em tom baixo o sufieciente para não ser ouvido no andar inferior (mas ouvido por Ragadash e Doncy)
O Lobo Arqueiro ouvia tudo, seu quarto era logo na frente do quarto do tritão, e já ouvia falado do tal de Buccelari: um marinheiro de posto médio, que abusa da sua posição em comerciantes menores, sempre junto de outros marinheiros para fazer o temível Bando Buccelari.
O segundo andar era menor que o primeiro, construído apenas acima da parte principal do salão, tinham cinco quartos (três deles ocupados por vocês), e apenas um corredor reto que conectava todos. Em uma das extremidades, havia uma janela que, como Tim falou, dava para o teto do banheiro no andar inferior, na extremidade oposta, havia a escada que dava para o primeiro andar (onde o Bando estava).



@VictorZechs @LipeSilvaaaa @Cukito @thalisontrm @Kaimon @Berenaldojr

This post has been edited by Muffin: May 19 2017, 08:08 AM
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Berenaldojr
 Posted: May 19 2017, 08:47 AM
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Berenaldojr




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Berenaldojr is Offline

Aventureiro




Eu esculto tudo atentamente guardando nomes, ja que havia despertado eu aproveito para me arrumar, enquanto isso observo(se houver janelas ou vitrores no quarto) e fico atento aos sons extenos e internos, logo penso "essas paredes devem ser muito finas, vou evitar falar alto".
arrumo minhas coisas, demonto Mademoseylle(meu rifle), para não chamar atenção.
espero alguns minutos, desço e vejo o que há no menu deste lugar.
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