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 Twilight Corps VS Ken Jacob, O Duelo Culinário do Gueto
Vinus
 Posted: Aug 4 2017, 05:49 PM
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Vinus




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_Ei, você ouviu falar sobre o duelo de culinária que vai acontecer hoje?_ Um homem comentava com um outro qualquer. _Vai ter comida grátis?_ Perguntava o outro. _Bom, eu não sei. Mas eu sei quem vai duelar. É Ken Jacobs, aquele cozinheiro do bazar de rua! Nós já comemos a comida dele, e é muito boa por sinal. Dizem que ele vai enfrentar um tritão._ Era nítido o desprezo na voz do homem ao mencionar a raça do oponente de Ken. _Malditas raças invasoras. A Marinha devia dar um jeito em todos eles, mas já que são uns imprestáveis, o Ken tomou essa tarefa. Dizem que se ele vencer o maldito tritão nunca mais poderá cozinhar em Lougue Town. Aí será menos um para sujar as ruas com sua presença imunda. Vamos lá ver o Ken ensinar uma lição pra esse tritão imbecil!_ Ele continuou seu discurso de ódio, convidando seu colega com grande empolgação no fim. _Bah, eu só vou se tiver comida grátis_ Disse o outro tirando uma meleca do nariz, que parecia não estar nem aí pro fato de um dos duelistas ser de outra raça.

Enquanto essa conversa se processava, no chapéu do homem que só estava interessado em encher o buxo sem gastar nada, uma pequena criatura de cauda peluda prestava atenção em tudo enquanto baforava pelos ares a fumaça de seu fumo sagrado através de seu cachimbo rústico. "Tritão é? Bem, eu não sei o que é isso, mas pelo que o cara disse parece ser um tipo diferente de criatura, pelo menos diferente desses gigantes bocós que eu vejo em todo lugar desde que deixei Green Bit. Será que eles também tem cauda?" Se perdia em pensamentos a pequena criaturinha.

_Kuwenbo, não-resu!_ Com um comando simples e claro o pequeno chamava a atenção de uma aranha peluda que também estava no chapéu daquele homem e se preparava para lhe assustar. _Vamos sair daqui, antes que nos descubram-resu._ Disse ele, pulando nas costas de sua aranha que lançou uma teia em uma parede próxima, tirando-os de cima do chapéu do homem ao maior estilo tarzan. A aranha então subiu pela parede e veio a chuva forte e a derrubou até o alto dela (pense em um muro qualquer), onde Abayomi ficou observando os gigantes bocós andarem de um lado para o outro e pensando em qual seria seu próximo passo. "Será que eu devia ir ver esse duelo? Hum..."

OFF: Este tópico é uma continuação do The Midnight Crew. Os outros membros da trip vão postar assim que a ADV for avaliada e estiver tudo acertado.

This post has been edited by Vinus: Aug 4 2017, 07:27 PM

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Beja
 Posted: Aug 5 2017, 12:56 AM
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Beja




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Desconfiado e com cara de poucos amigos, Shaw andava por Logue Town sem qualquer interação com as pessoas ao seu redor. Não era difícil alguma garotinha se admirar com a presença do felino, e sussurros de "que bonitinho" passeavam esporadicamente por seus ouvidos - nada que abalasse a expressão sisuda do espadachim.

E havia esforço do felino para manter a pose e conter a curiosidade: tudo aquilo era extremamente novo para ele. Tantas pessoas diferentes e uma ilha daquela magnitude; sua realidade era bem diferente. Jamais havia saído da pequena vila onde nasceu.

Depois de alguns bons minutos passeando e admirando discretamente o local, decidiu parar e organizar os pensamentos. Havia chegado em Logue Town com o objetivo de pesquisar sobre o passado pirata de seu pai, mas... Por onde iria começar?

- [...]Aí será menos um para sujar as ruas com sua presença imunda. Vamos lá ver o Ken ensinar uma lição pra esse tritão imbecil - interceptando as últimas frases da conversa, Shaw virou-se para os dois estranhos que debatiam. "Tritão" - destacou imediatamente entre o que ouviu: Vaaz havia falado sobre eles.

Pelo que recordava, eram criaturas fortes, agressivas e perigosas. Nestas condições, a chance de um tritão vivendo naquele ambiente ser um pirata era... enorme.

- Ei vocês dois - indagou na voz mais ameaçadora que um gato de 60 centímetros podia fazer - Onde eu acho esse tritão?

Talvez pelo alvoroço da cidade, ou mesmo por ter sua atenção resgatada pela conversa dos estranhos, Shaw não havia percebido a presença dos demais seres alí. No final das contas, não era mesmo um gato tão atencioso quanto deveria ser.

Shaw ©


This post has been edited by Beja: Aug 5 2017, 11:21 AM
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Kcyan
 Posted: Aug 7 2017, 10:39 PM
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Kcyan




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Narração
O sol estava rumando para seu ápice no céu cerúleo, fazendo até - por quase uma imposição inevitável - os transeuntes adotarem chapéus dos mais variados tipos. Em cima de um deles, passando despercebido, estava o corajoso Abayomi, que interceptava a conversa entre dois homens.

Concomitantemente, divagando pelas ruas de Loguetown, estava Shaw, que caminhava com todo o seu molejo - chamando mais atenção do que era esperado para alguém da sua altura. Ao menos, a sua aparência exótica e dotada com demasiada fofura o impedia de ser sumariamente esmagado - como ocorre com os cachorros de raça que passam imprudentemente em frente as carroças e estigam lamúrias e afeições passageiras.

Por acaso, ou por via de uma força maior, como o destino, ambos escutavam os fragmentos de conversa daqueles homens. Ao que parecia, haveria uma disputa culinária na cidade, a qual começava a atrair um público considerável. Também havia certa expectativa das pessoas em relação ao desafio - pois envolvia um ex-criminoso e, além disso, um tritão, o que era mais que o suficiente para incitar os ânimos agressivos.

O pequeno Shaw abordava um dos homens, o qual virava-se, fazendo uma expressão carrancuda logo em seguida. Ele olhava de volta para o homem com quem estava conversando — Você falou algo? - indagava, com aquele quê dúbio estampado no rosto — Não, nada disse, mas escutei algo - respondia. Os dois olhavam aos arredores, até se depararem com uma pequena figura que estava quase aos seus pés — Um gato... ele falou? - olhava incrédulo para seu companheiro, que ponderava e recorria aos seus conhecimentos — Deve ser daquela raça das lendas...[color] - abaixava-se, olhando meticulosamente o diminuto felino — [color=steelblue]Ele carrega uma arma - dizia, ainda incrédulo, mas mais cômico que antes. Os dois riam da pequena figura — Isto é muito bizarro, mais do aquele tritão que estávamos falando... mas algo assim, é uma criatura adorável - a expressão de Shaw não parecia nada adorável. Por fim, após sustentá-la por mais um tempo, eles falavam — Acontecerá na área comercial, é um pouco longe daqui, três quarteirões a frente e quatro a direita, na ala mais ao sul - instruia.

Destarte, Django e sua montaria tomavam seu caminho, assim como Shaw. A Dona Aranha subia pela parede, enquanto o felino passava rente a ela. Passou um vento forte e a derrubou. Um baque foi escutado, e logo o Tonttata podia ver aquelas orelhinhas de gato abaixo dele, sendo - nem tanto - esmagadas.



This post has been edited by Kcyan: Aug 7 2017, 10:48 PM
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Vinus
 Posted: Aug 8 2017, 01:13 PM
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Vinus




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Enquanto pensava e fumava, não necessariamente nessa ordem, Abayomi notou que os gigantes bocós com quem pegava uma carona a pouco estavam conversando com... um pequeno gato! O pequeno Tontatta sorriu ao perceber a existência de uma outra criatura diferente da maioria. Ele não estava tão sozinho assim afinal.

_Hey, talvez isso seja um sinal do destino-resu. Também, não é como se eu tivesse algo muito importante pra fazer, não é mesmo Kuwnbo-resu?_ Disse ele acariciando sua aranha. Por sinal do destino o pequeno se referia ao fato de ter escutado a explicação do homem sobre o local do duelo culinário, justamente quando ele divagava sobre ir ou não. E ainda tinha o fato do felino ter aparecido, o que podia ser interpretado com um outro sinal. Mas o destino ainda não tinha terminado de trabalhar.

_Ei, Kuwenbo! O que você está fazendo-resu? Eu não mandei... UOOOOOW!_ Por algum motivo desconhecido a pequena aranha começou a tecer uma teia balão. Talvez estivesse entediada e queria um passatempo. O fato é que um vento forte bateu de repente e jogou aranha e tontatta de cima do muro. E eles foram parar bem em cima da cabeça daquele felino baixinho! Bom, o jeito agora era puxar conversa e fingir que nada tinha acontecido, torcendo para que o gatinho não se assustasse. _Opa, como vai você-resu?

@Beja
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ShadTK
 Posted: Aug 8 2017, 11:53 PM
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ShadTK




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Eon Paganini

Em outro lugar, fazendo algo completamente diferente


Um novo dia raia em logue town. Os passaros cantavam, as flores floreciam, um dia perfeito para bons garotos brincarem de pega-pega, e maus garotos queimarem no inferno.
Era uma nova manhã cheia de novas possibilidades para um garoto alado, que atualmente dormia na cama do bar onde havia brigado.
Não demoraria muito, ele iria acordar e sair dali, preparado para os desafios a frente.

A qualquer momento agora.



11 da manhã em logue town. Os passaros já cantaram, e as flores já estavam florecidas. Garotos, bons ou maus, estavam se preparando para o almoço

E Eon finalmente decidiu que era uma boa hora pra acordar.

- Han... Eita... EITA EU DORMI DEMAIS

Se levantando da cama, o garoto entra em panico ao pensar que toda a agenda do dia havia sido comprometida pelo erro. Ele havia, de fato, ido dormir tarde no dia passado - cerca de 2 da manhã, graças a uma negociação ferrenha por um barco - mas estava contando que fosse acordar umas 8 ou 9 horas.

Não havia tempo a perder. Colocou seu chapéu e pegou tudo o que precisava: As garrafas de sake e rum que havia comprado ontem, assim como as garrafas vazias que iria precisar, e jogou na bolsa de dinheiro que tinha adquirido ontem com a marinha. Colocou na bolsa também alguns de seus brinquedos - especificamente, um cubo magico e uma boneca apelidada de shanghai, afinal é sempre bom estar preparado para vendas.

Com tudo na guardado, ele praticamente arremessa o objeto em suas costas, ajeitando-o entre suas asas. Seu novo colar verde Aproveita e saca 1.000 BS da cateira, e sai correndo do quarto em direção ao balcão do bar.

- Dae rossi ta aqui o dinheiro da noite desculpa to atrasado boa sorte com os reparos eu sei que tudo vai dar certo FALOU! - ele diz, praticamente arremessando os mil berris no balcão e saindo do estabelecimento correndo.




As ruas de logue town, como era de se esperar, estavam movimentadas naquele momento. Eon considerou suas opções, falando alto:

- Hmm... o tritão me pediu para preparar os antidotos, e para comprar a comida. O ladrão falou que ia me ajudar a comprar as coisas, mas não estou vendo ele, então... acho melhor eu ir adiantando os antidotos enquanto isso.

O garoto tentava puxar de sua memória algum lugar onde ele pudesse conseguir ervas e carvão para o antidoto contra fugu. Ele se lembrava, em algum ponto, de ter aplicado para uma vaga de assistente em uma loja meio esoterica de ervas que tinha uma oficina de aluguel para a criação de poções. Aquilo iria servir, pensou ele.

Com o trajeto definido, ele começa a correr, e ao pegar velocidade o suficiente, salta no ar gritando:

- CITY ESCAPERS! RIDE THE WIND!

Ele então bate os dois pés juntos, e da sola do sapato rodas de patins saem. Ele cai no chão, pegando velocidade e indo rumo a seu destino na velocidade do vento¹.



Ou algo relativamente proximo disso. Depende das condições climaticas do local. Seria algo como uma leve brisa, uns 25 km/h





HP:35/40 -------- ENERGY:53/29





QUOTE


Bora começar isso ai de novo.



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Informações Rapidas do personagem:

Spoiler

Narrativa
Fala

nota de rodape


HP:
100% Saudavel
70% Escoriado
50% Machucado
30% Ferido
10% Estado Grave
0% Inconsciente




Atributos:

✦ DANO CORPO A CORPO: 1
✦ DANO A DISTÂNCIA: 9
✦ DANO DE ARREMESSO: 3

✦ ACERTO CORPO A CORPO: 4
✦ ACERTO A DISTÂNCIA: 4

✦ ESQUIVA: 8
✦ BLOQUEIO: 8
✦ AGILIDADE: 12

✦ RESISTÊNCIA: 1
✦ PONTOS DE VIDA:20
✦ ENERGIA:29

✦ DORIKI: 100


Peculiaridades:

Memória Expandida
Sensitivo
Aceleração

Vantagens:

Acrobata
Equilíbrio Perfeito
Pulo do Gato
Le Parkour
Artista(Brinquedos)
Aparência Inofensiva
Resistência ao álcool

Desvangatens:

Inadaptação (Água)
Preconceito (Leve)
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Beja
 Posted: Aug 9 2017, 12:59 PM
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Beja




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A dupla de estranhos parecia não perceber inicialmente a presença de Shaw, o que incomodou consideravelmente o felino. Depois de procurar ao redor, olharam para baixo e finalmente tomaram conhecimento do pequeno:

- Um gato... ele falou? - um dos dois esboçou, e faltou pouco para que o espadachim, furioso, puxasse sua arma em resposta - Deve ser daquela raça das lendas... - completava, fazendo a testa de Shaw franzir ainda mais.

Após o momento de surpresa, finalmente deram a informação: falaram que "aconteceria na área comercial", e por não ter escutado a primeira parte da conversa (explicando que era um duelo culinário), Shaw deduziu que haveria uma batalha entre o tritão e o tal Ken. Retribuiu a resposta dos dois com um gesto de cabeça, ainda mantendo seus olhos semi-cerrados e uma expressão nada amigável.

Bem, uma briga era algo no mínimo interessante de se ver. Um tritão lutando, então, seria provavelmente ainda mais incrível. Decidiu que assistiria o duelo, afinal, além do espetáculo, poderia conseguir informações sobre piratas e sobre Vaaz.

Seguiu em direção ao que achava ser a área comercial - como não era dalí, não tinha exata noção dos pontos turísticos da cidade - e subitamente sentiu algo leve caindo em sua cabeça.

E aquela coisa tinha patas. Muitas. Uma fileira de pêlos percorrendo as costas do felino ficou extremamente arrepiada, e ele teve que se controlar pra não gritar (e manter a pose de durão). Um segundo antes de Shaw começar a sacudir violentamente a cabeça, escutou uma voz vindo lá de cima:

- Opa, como vai você-resu? - e então o pequeno gato se manteve parado. As aranhas de Logue Town falam - concluiu. E são educadas.

- E.. Estou bem, senhor aranha - falava num tom de voz meio trêmulo - Olha, não tenho nada contra o senhor, mas gostaria que saísse de cima da minha cabeça - completava, ainda sem mexer um músculo - Não que eu esteja com medo, m.. Mas... É perigoso e o senhor pode cair - completava, torcendo para que aquilo fosse suficiente para convencê-lo a sair dalí.

Shaw ©

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Gaon
 Posted: Aug 11 2017, 10:59 AM
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Gaon




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Sentado na posição do Lótus no topo do Bar do Rossi, Varuna areciava o vento batendo no seu rosto. O salgado do maresia, fluindo para dentro e para fora de seus pulmões em pausados fôlegos. Havia acordado uma hora antes do amanhecer apenas para ter essa chance. Varuna sempre foi da crença que um homem funcionava melhor quando acordava junto com o sol.

A medida que o dourado do sol sangrou sob a cidade, ela acordou, como se aquela luz desse vida a algo inanimado. Lojas abriam, vendedores de rua gritavam. Com a cidade acordando, o tritão fazia o mesmo: seu sangue fluia mais rápido, seu fôlego se tornava mais firme, seus músculos flexionavem, suas cicatrizes de batalha pulsavam como veias.

Em silêncio harmonioso permaneceu como uma estátua, deixando que o sol se erguesse e o banhasse com luz, dando-o tanta vida quanto a cidade que estava a sua frente.

Fez isso até o ponto que escutou um distante, quase inaudível, grito que aniquilou sua concentração monástica.


Eon - Han... Eita... EITA EU DORMI DEMAIS

A pose de Varuna se desfez em uma gargalhada.

Varuna - Ga-HA-HA!

Com sua concentração eliminada, percebeu que já estava bem acordado. Se levantou, esticando-se. Se Eon dizia estar atrasado; isso significava que o Ladrão provavelmente já havia saído a procura dos ingredientes requeridos. O que, incidentalmente, significava que esta era a hora de Varuna ir trabalhar.

Saltou para fora do telhado, deslizando pela parede do Bar do Rossi até chegar ao chão. Viu Eon patinando para longe gritando algo sobre escapar do vento.


Varuna - Suponho que essa é a minha deixa.

Se pôs a caminhar, calmamente, pelas ruas da cidade, se dirigindo as docas. Sabia que as docas seriam o único lugar onde teria chance de pescar um Fugu fresco e saudável para usar no duelo culinário. E é claro, o mar era a terra-mãe de todo tritão. Uma vez nas docas, tiraria as roupas e mergulharia água adentro em uma reunião familiar.

Varuna - Qualquer distância é longe para uma alma cansada. Mas, da mesma forma, qualquer distância é curta para uma alma determinada. Eis a verdade dos pés.

Refletiu em voz alta enquanto caminhava.

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QUOTE

OFF1: Aê rapaziada, bora começarr!
OFF2: @Kcyan meu grande, Varuna vai pescar o Fugu agora no próximo post, assim que chegar nas docas. Seria possível tu ajustar a cronologia para que ele pesque o Fugu o mais próximo possível do duelo? É que o peixe tem que tá o mais fresco possível. Valeu!


This post has been edited by Gaon: Aug 11 2017, 11:00 AM

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Kcyan
 Posted: Aug 15 2017, 09:28 PM
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Kcyan




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Narrador




Narração
Naquele encontro inesperado, Abayomi deparava-se com Shaw de uma forma inusitada. Ambos haviam decidido tomar as mesmas ações, indo para o mesmo caminho: o local da grande disputa culinária.

Com aquele esbarrão, agora os seus destinos estavam enlaçados em um liame - e apenas se eles se opossessem à vontade dos céus que deixariam de estar ali. O mink, a princípio, assustava-se com aquela ser ignóbil em cima de sua cabeça, por mais que tentasse demonstrar o seu aspecto corajoso. Afinal, apenas aquelas patas roçando em sua cabeça davam uma sensação insólita de insegurança - se fosse uma aranha venenosa, estaria mais em apuros do que poderia imaginar. Entretanto, não era o caso. Os dois começavam a conversar - para a surpres a de Shaw.

Todavia, não durou muito, antes que pudesse obter uma resposta decente, sentiam aquela respiração animada e o líquido pegajoso e viscoso daquele cão, esse que mordia o mink pelo rabo, levantando-o junto com Abayomi e sua aranha, que seguravam-se no gato pendulante, enquanto eram carregados adiante e levados para uma área com diversas barracas e tendas.

Em outro lugar, já passado a hora de acordar, Eon levantava - finalmente. Tempo era dinheiro, e talvez fosse por isso que ele nunca tivesse tido nenhum em sua vida. Antes dele, Varuna já havia acordado há muito, aproveitando o tempo para realizar seus rituais canônicos. O despertar de seu companheiro era o sino que precisava para por os preparativos em ordem.

Preparando-se para o novo dia, Eon organizava seus pertences e deixava o Bar do Rossi, deixando um pequeno pecúlio - que daria para comprar alguns ovos de qualidade suspeita em cima do balcão, o que lhe rendeu um belo de um xingamento sussurrado. No entanto, ele já estava longe, a toda velocidade - e uma criança ultrapassava ele, correndo ao seu lado. Felizmente, para sua auto-estima, a rua desnivelada afetava a sua corrida, pois assim que ela melhorou, ele voltou a retomar a dianteira.

Rumando em caminho contrário, Varuna caminhava solene até a região portuária, onde poderia obter a sua pesca. Era como os homens em terra firme, quando sentiu seu corpo ser imerso pelo mar e avistar o leito oceânico que estendia-se afrente. Procurou por águas mais profundas, onde poderia achar o dito peixe. Entre os recifes de corais e a depressão que descendia ao lado, uma enorme variedade de espécimes podia ser vista, peixes de todas as cores, nadando entre as algas, entre as anêmonas, cardumes que se mexiam-se com constância e melífluos, como se fossem um corpo só - a beleza vislumbrante do mar.

Com tanta dinâmica, era difícil localizar o alvo - mas os seus sentidos e experiência não falharam com seus propósitos, e logo achou o dito peixe. Com seus dotes e conhecimento, Varuna conseguia ludibriar a arma letal que a pequena criatura - agora inchada que nem uma bola - possuía, um veneno mortal capaz de matar um pequeno skypean de um metro e cinquenta. A isca em sua cabeça atraira mais peixes do que deveria, não sendo de grande ajuda, no fim das contas - mas a sua habilidade fora o suficiente.

Por fim, os dois peixes saíam da água, prontos para o sushi - cada um com seu papel. Enquanto isso, Eon havia chegado a um dos vários locais onde havia tentado arranjar um emprego - desta vez para usufruir da oficina — Não há vagas para assistentes aqui, Eon, eu já disse quatro vezes! - ao fundo, havia uma plaquinha "Procura-se assistentes".

Lá, o skypean podia usar da oficina por um valor de 5.000 berries a hora, pagando a parte pelos produtos utilizados - que eram encontrados em demasia. Assim, garantiria que não aconteceriam mortes imprevistas - o que mostrava a confiança nas habilidades de seu companheiro tritão.

O tempo corria, e a hora do desafio estava aproximando-se. Em breve deveriam estar presentes no local. Lá, Ken Jacob, o Grande, os aguardava.

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Buse
 Posted: Aug 16 2017, 04:29 PM
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Buse




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C ZNVC, CRNJC VS XYVL, S ASNXC VS SFMSQNSKRNCW. WS ZLRS KCL WS ICKRC C RCVC YJC VSICW RLJ XYVL L PYS XSJ, KL ANJ VCW RLKXCW, WSQC L JSWJL PYS KCL XSQ ZNZNVL. CWWNJ VSRICQLY C VSYWC, S CWWNJ ZNZSJ LW XLILW: OSNQCKVL LW SFXQSJLW. VSIC, MLQ SIC, MCQC SIC.


Corvo acordava, o livro cifrado dos Tolos aberto em seu colo, juntamente com um caderno anteriormente em branco, agora cheio de rabiscos e rascunhos de um louco tentando quebrar o código. E, no fim, havia conseguido. Olhava ao redor: estava sozinho em um quarto branco, fechado. Bendito seja o hospital de Logue Town, com apartamentos exclusivos... provavelmente não estavam tão ocupados naquela noite. Voltou às suas notas: havia, com muito custo, dedução, tentativas e erros, descoberto a senha para quebrar pelo menos a primeira página.

"Corvos são caçadores naturais."

Removeu as letras repetidas, chegando ao confuso "corvsadentui". Aplicou a substituição ao início do alfabeto, e algumas partes começaram a fazer sentido. Eram pouco mais de 2 da madrugada quando finalmente chegou a esse ponto, e a partir daí foi continuar com as letras que faltavam. Começando a partir do i, seguindo com j, e depois voltando ao início, o alfabeto de substituição final foi escrito no final de uma das folhas do caderno.

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
CORVSADENTUIJKLMPQWXYZBFGH

Feito isso, só restava substituir as letras. Quase desmaiando de exaustão devido à batalha, a cirurgia e aos anestésicos, traduziu letra por letra, finalmente chegando ao resultado...

A VIDA, ACIMA DE TUDO, É FEITA DE EXPERIÊNCIAS. SE VOCÊ NÃO SE LANÇA A CADA UMA DELAS COM TUDO O QUE TEM, NO FIM DAS CONTAS, SERÁ O MESMO QUE NÃO TER VIVIDO. ASSIM DECLAROU A DEUSA, E ASSIM VIVEM OS TOLOS: BEIRANDO OS EXTREMOS. DELA, POR ELA, PARA ELA.

Ao final, foi levado pela inconsciência, mas com fé e determinação renovadas. Agora, acordava, e devia seguir com sua missão. Se levantava, se preparando para sair, quando um enfermeiro entrava no quarto.

- PERDEU A NOÇÃO? Você tem ideia do estado que os seus ferimentos estavam quando chegou aqui? Você podia ter morrido! Não é só porque está se sentindo melhor que pode sair zanzando por aí, cara. Vai ter que ficar mais um tempo pra gente garantir que você não vai sair do lugar.

E empurrava o ladrão de volta para a cama, tirando sua pressão, injetando coisas nele e fazendo coisas de médico com as quais Corvo sinceramente não se importava, e então finalmente saía do quarto. Bem, sair tranquilamente pela porta da frente não era mais uma opção. A não ser que...

...

...E então, Corvo saía tranquilamente pela porta da frente, trajando roupas mais sociais cobertas por um jaleco de médico, óculos, os cabelos presos em um coque, uma marca um tanto perceptível de beijo na lateral do pescoço e um crachá que dizia "Dr. Viktor Feelgood". Além de suas coisas em uma maleta, claro. Tirava seu bloco de notas do bolso, revendo a lista de compras, que havia também sido grafada em uma outra folha de seu bloquinho graças à milagrosa tecnologia do PAPEL CARBONO. Enquanto repassava a lista de compras, entrava em um beco aleatório para descartar o crachá e o jaleco, mantendo o restante do disfarce. Seguia para a área comercial - tinha muito o que comprar, afinal, e Eon aparentemente havia ficado responsabilizado pelo antídoto. Seguia de loja em loja, comprando um ingrediente aqui e outro ali, e enquanto comprava, fazia perguntas.

- Com licença, o senhor conhece um tal Ken Jacob? Sou jornalista do Diário do Leste, e meu chefe me pediu histórias sobre ele... o que pode me dizer sobre ele?

- Obrigado pelos ingredientes! São de qualidade, o assado vai ficar maravilhoso. A propósito, represento a PULTA, a associação "Por Uma Logue Town Amigável". Ouvi falar de um tritão que tem vendido comida nas ruas faz um tempo, o que pode me falar sobre ele?

- Boa tarde! Vim comprar alguns ingredientes para um bolo...
e a trabalho, de certa forma. Falo pela União dos Trabalhadores Informais de Logue Town, e procuro informações sobre um certo Eon... pode me contar o que sabe sobre ele?


A cada loja, um nome novo, uma história nova. Em geral perguntava mais sobre Ken, afinal tecnicamente era o oponente de seus novos aliados, mas conhecer os dois novos caçadores de recompensa também era importante. Afinal, todos tinham segredos, e era a missão de Corvo conhecê-los. E comprar ingredientes, claro, um pouco aqui, um pouco ali, de modo que pudesse fazer mais perguntas a mais pessoas. Ao final, estaria pronto para o grande duelo e seguiria para o centro da cidade... claro, depois de desfazer o disfarce e voltar ao combo regata, calças surradas, sapatos de couro e cabelos soltos do dia anterior. Seria o mesmo ladrão de antes, afinal.

This post has been edited by Buse: Aug 16 2017, 04:37 PM

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ShadTK
 Posted: Aug 17 2017, 07:57 PM
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ShadTK




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ShadTK is Online

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Eon Paganini

Criando poções


-De boas, zé, eu comecei meu próprio empreendimento. Estou aqui a negócios - Eon entra na loja, despreocupado - Alias, não conseguiu vender a plaquinha de ajuda até agora? Tu disse que tava vendendo ela já tem mais de uma semana.

Eon adentra na oficina, e deixa 5.000 berris no balcão pelo seu uso. Um local simples - caldeiras, seringas, potes para mistura, e um cheiro forte de alcool¹.


¹Para muitos, a descrição de um ponto de drogas. Para Eon, a descrição de seu quarto em uma tarde de domingo.


- Mrmm... vamos começar pelos antidotos. O tritão disse pra usar carvão... eu acho que dá pra rolar, mistura com aquela camomila basica pra acalmar os nervos do estomago, racionamento 4:1 de alcool, a 78 ºC, por uma hora... vai ficar um treco bom.

Ele então educadamente pede ao vendedor da loja pelos materiais:

- O ZÉ! TRAZ MEIO QUILO DE CARVÃO, UM PUNHADO DE CAMOMILA E UM GALÃO DE ALCOOL 30% FAZ O FAVOR!!!

A idéia era fazer antidoto o bastante para 6 pessoas. Um bom negociante está pronto pra tudo, e compradores existem em qualquer lugar. Especialmente se estes correm risco de vida.

Começando os preparativos, Eon acendeu a lenha em baixo da primeira caldeira a esquerda, e deixa ela esquentar. O alcool precisava ser introduzido em uma cadeira pré-aquecida, pois o choque termico ia torna-lo mais maleavel e utilizavel. A baixa concentração era ideal para antidotos consumiveis.

Enquanto o pote aquecia, o garoto pegou uma bacia menor e jogou nela alcool, camomila e carvão, proporção 50-30-20. Começou a mecher até que o liquido se torna-se preto, borbulhante, e depois passasse para verde. Com algumas seringas, mediu exatamente 45 ML, calculado de acordo com o tanto de alcool que tinha sobrado e o tamanho da caldeira.

Com o liquido devidamente aquecido, ele joga o Resto do galão de alcool na caldeira quente. Uma chama moderada se ergue, resultado da queima do alcool em liquido quente. Após isso, Eon joga o resto do carvão na caldeira, mechendo com uma grande colher de pau até o liquido resultante se tornar denso o suficiente para receber o extrato de camomila.

Com as seingas em maõs, Eon despejou o liquido verde com cautela, fazendo circulos com o mesmo. O produto final começou a tomar cor, verde cristalino como um antidoto deveria ser.

Eon apagou o fogo, e deixou o liquido em repouso. Iria demorar ainda mais 1 hora até que ele pudesse ser removido e propriamente colocado em uma capsula.

Agora tudo o que restava era ser paciente.





Infelizmente, Paciencia não era uma das virtudes de Eon.

Cerca de 10 minutos haviam se passado desde que o garoto havia terminado a base do antídoto. Nesse meio tempo, Ele havia realinhado a mesa por completo, organizando as ervas por ordem alfabética, e as ferramentas por ordem de tamanho. Quando não tinha mais o que organizar na mesa, ele decidiu organizar seus pertences - Alinhou sua Arma, a pistola de Harima, as facas, seu cantil, e todos 10 cartuchos de munição que ele carregava¹.


¹ Duas Palavras: Bolsos Grandes.


Com tudo alinhado e classificado, Eon agora passava o tempo sentado na cadeira da oficina, girando uma seringa descartável limpa entre os dedos. Ele suspirou, entediado, até o momento em que o inevitável acontece e ele se espeta com a seringa.

O objeto é cruelmente catapultado em direção a mesa, e cai próximo aos cartuchos de munição. Ao se recuperar do susto, o garoto procura o causador de sua aflição, e uma certa propriedade do mesmo o chama atenção:

A seringa era praticamente do mesmo tamanho e formato que seus dardos de madeira.

Uma idéia lhe surge a mente. A luta do dia anterior foi deveras complicada, e teria sido muito mais fácil se o adversário não estivesse em perfeitas condições de saúde.

E uma seringa como dardo teria perfeitas condições de injetar um líquido que fizesse o inimigo ficar longe de perfeitas condições de saúde.

- OOOO ZÉ! CÊ ME VENDE ESSAS SERINGAS? TRAZ 12 DELAS AI! APROVEITA E TRAZ UNS ELÁSTICOS, UMA GARRAFA DE ÁLCOOL 99,8%, UM GALÃO DE ÁGUA, E UMAS ERVAS MOURA, OU SEJA LÁ O QUE TU TIVER DE VENENOSO AI!- Com um surriso maléfico no rosto, ele adiciona - O negócio aqui vai ficar louco.

Com os materiais em mãos, Eon começa sua segunda empreitada do dia: criar Dardos Venenosos.

O processo é similar a criação do antídoto, porém a água é aquecida junto com a caldeira, e o alcool só entra depois. Eon especificamente escolhe a caldeira do outro lado da sala, para não confundir qual é qual, e faz uma nota mental¹* das diferenças para que isso não aconteça.

Em um pote separado, Eon mistura a erva com o álcool, girando sentido anti-horário, até o líquido se tornar viscoso e roxo. Um cheiro fétido exalava da substância, não diferente do odor exalado por mil ogros após um festival de comida mexicana.

Com as da oficina, que diferem das seringas que ele pediu a parte, o garoto separa 90 ML da substância e joga no caldeirão, vendo o líquido pegar fogo em contato com a água fervendo. Contrário ao antídoto, o veneno não se mistura facilmente a água, um fio negro vagando no meio da mistura.

E é aí que o álcool mais forte entra. Eon separa 300 ML de alcool em uma tijela, e se aproxima cautelosamente da caldeira com o veneno. Respirando fundo, ele se prepara, joga o alcool na mistura, e praticamente se joga no chão.

A resultante labareda de fogo foi uma real beleza da pirotecnia. Se fosse em qualquer outro lugar, a casa já estaria pegando fogo, e Eon estaria correndo por sua vida.

Felizmente, isto era uma oficina de alquimia, e o ditado antigo já dizia: Quanto maior a explosão, melhor o alquimista. Como consequencia, oficinas de alquimia tendiam a ser 100% a prova de fogo².


²O recorde atual para "oficina mais duradoura sem proteção contra fogo" é de exatas 79 Horas, creditado a um senhorzinho em mirror ball que insistia que isso era 'coisa de bixinha covarde'.


Dado o tempo para abaixar o fogo, pode-se notar que o que restou na caldeira é um líquido rançoso e um pouco viscoso, definitivamente não do tipo que alguém deveria beber, ou mesmo tocar.

- Sucesso…! - Diz o garoto, voz ainda trêmula pela labareda que teve de esquivar.

Agora, novamente, era apenas questão de desligar o fogo e deixar em repouso por uns 20 minutos. Parecia haver líquido o bastante para encher 6 seringas, ou seja, um cartucho inteiro.

Era menos do que o rapaz esperava, já que ele planejava encher todas as 12 com veneno. E ele não estava disposto a usar ainda mais recursos para fazer mais do mesmo líquido....

Seus olhos foram levados até o resto de álcool 98% acima da mesa.

- Bom… Veneno é mais eficiente, mas eu imagino que seja difícil lutar enquanto está bêbado. Por que não?

O garoto então preparar as seringas de acordo. Transformar uma seringa em um dardo não é exatamente difícil³ - qualquer engenheiro amador seria capaz de gambiarra a munição da maneira correta. Usando uma de suas facas para fazer cortes na ponta da seringa, e o elástico para segurar o líquido dentro da mesma até o impacto, Eon trabalha até ter modificado com sucesso os 12 projéteis para receber os líquidos desejados.


https://www.youtube.com/watch?v=GW5iv-hklGg


Ele preenche 6 deles com o resto do álcool 98%, e coloca as seringas dentro de um dos cartuchos, removendo a munição dentro do mesmo. Com alguns ajustes, o projétil se encaixa perfeitamente. Ele então usa a faca para fazer um risco no formato de um “A” em cima do cartucho, para não confundi-lo no futuro.

E isso conclui seus planos pelo momento. Ele senta na cadeira, satisfeito com o tempo gasto.

Até se entediar de novo em exatos 30 segundos.

- O ZÉ! TRAZ UMAS 6 GARRAFAS AI, ACHO QUE O ANTIDOTO TÁ PRONTO!




Cerca de 2 horas depois, Todo o trabalho de Eon estava pronto. Os antídotos estavam em suas devidas garrafas, agora guardados na mochila que o garoto carregava nas costas. O veneno estava carregado nos dardos, guardados em um cartucho com a letra “P” para identificação. Em algum ponto enquanto esperava, Eon aproveitou para picar babosa e fazer uma pasta de cura medicinal para aplicar em suas costas, tratando dos danos que recebeu na briga de ontem.

Eon joga verde para colher maduro, sugerindo um valor de pagamento que ele achava justo:
- Então zé, que cê acha da gente fechar tudo em B$ 150.000?*² A não ser que você queira que eu passe mais um tempo aqui, eu tenho umas outras ideias que eu acho que dá pra tentar explorar, umas misturas explosivas- Ele diz, claramente tentando irritar o atendente para que ele aceite a proposta do pagamento sem pensar duas vezes.




Fora da oficina, valor dos produtos já acertados com o sr “Zé”, Eon considera o que fazer.

- Hmm.. São umas 2 da tarde. Eu prometi que ia alugar o fogão, também. Acho que o Ricardo tá aberto a essa hora.


Reativando seus patins, Eon percorre a árdua distância de 2 quadras até chegar na loja de eletrônicos e utilidades, Ricardo Eletro⁴.


⁴ Aceito patrocinio


Na loja, ele negocia com o atendente, tentando alugar um fogão decente a um preço razoável. De quebra, aproveitou para comprar um cinto de utilidades, uma lanterna, 5 Baterias e 5 algemas. Sempre é bom estar preparado para tudo.

- Eae, To vendo que esse cinto tá encalhado faz tempo em, vamo fechar tudo por 180.000*²? - Ele dá a proposta ao atendente.

Com tudo resolvido, salvo haja alguma objeção, Eon vai até o local do desafio, guiando o operário da loja com o fogão, e ajudando o povo nos preparativos
Até a hora do desafio começar.

*¹Memória Expandida
*²Barganha



HP:36/40 -------- ENERGY:52/52





QUOTE


Um pouco de liberdades narrativas tomadas, mas foi tudo previamente acordado com o @Kcyan , qualquer coisa avaliadores batam nele não em mim.

Lista de itens craftados:

B.A.N.G Model P x6
Descrição: “Balas Altamente Neutralizadoras e Giroscópicas” . Dardos venenosos adaptados para uso como munição na pistola customizada de Eon.
Efeito: Debuff “Envenenado” nv.2 por 3 turnos
Custo: A definir (GM)

B.A.N.G Model A x6
Descrição: “Balas Altamente Neutralizadoras e Giroscópicas”. Dardos cheios de álcool adaptados para uso como munição na pistola customizada de Eon.
Efeito: Debuff “Bebado”  por 3 turnos
Custo: A definir (GM)

Nome: Antidoto x6
Descrição: Antidotos criados por Eon, com foco especifico para cura contra o veneno de peixe bofu.
Efeito: Cura Debuff Envenenamento Nv. 2 ou inferior.
Custo: A definir (GM)

Nome: Pasta de cura
Descrição: Pasta medicinal para cura de feridas.
Efeito: recuperação de 2% dos PVs por turno durante 5 turnos
Custo: A definir (GM)

Itens Comprados do mercado:

Nome: Cinto com Bolsos
Descrição: Um cinto cortado do tamanho específico para atender seu tamanho e circunferência, possui seis compartimentos de bolsos, quatro a frente e dois nas costas, Para guardar os mais variados itens.
Raridade: Incomum
Efeito: É possível guardar munição, frascos, lanchinhos e tudo que tiver até duas vezes o punho do usuário.
Custo: 115.000 B

Nome do item: Lanterna
Descrição física: Instrumento em forma cilíndrica com lâmpadas e vidro na ponta. Uso como fonte de energia pilhas ou baterias.
Raridade: Comum
Efeito: Ilumina um cone a frente da pessoa para que ela possa se locomover/achar coisas no escuro.
Custo: B$ 5.000

Nome do item: Pilhas/Baterias x5
Descrição física: Uma pequena quantidade de pilhas e baterias para instrumentos elétricos.
Raridade: Comum
Efeito: Servem como fonte de energia para vários aparelhos.
Custo: B$ 1.000 cada


Nome do item: Algemas x5
Descrição física: um par de algemas
Raridade: incomum
Efeito: Pode ser utilizada para prender os punhos ou tornozelos de um humanoide. Requer muita força ou habilidade para ser removida sem a chave.
Custo: 10.000 por unidade.

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Post longo é longo aaaaaaaaaaaa



This post has been edited by ShadTK: Aug 17 2017, 08:00 PM
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Beja
 Posted: Aug 19 2017, 10:05 AM
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O pequeno felino mal havia terminado de falar à aranha em sua cabeça e era interrompido. Algo o puxava pelo rabo, levantando-o e carregando-o, trotando em passos calmos.

- Maldito - berrava, atrapalhado com a posição e tentando sacar sua espada - O que você pensa que tá fazendo? SOLTA MEU RABO! - ainda não tinha visto que era um simples cachorro, e a essa altura já tinha se esquecido completamente da aranha em sua cabeça.

Sem sucesso em sacar sua espada - ainda desajeitado com a posição em que estava - decidiu então atacar com suas garras. Inclinou o corpo pra frente e esticou as patas de trás, tentando acertar a parte do inimigo que segurava seu rabo. Caso conseguisse machucá-lo, já preparava o salto para rolar e cair em pé, virando-se para o oponente desconhecido.

Shaw ©


QUOTE (Off)
VANTAGENS

Acrobata (1PE): Com grande capacidade de movimento, consegue entrar com facilidade em locais de difícil acesso, executar difíceis manobras e realizar acrobacias diversas.
Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +1 nas jogadas de defesa.

Pulo do Gato (1 PE): Contanto que o personagem não esteja amarrado ou preso, ele sabe como cair, isso mesmo! Qualquer queda, você sabe racionalmente e instintivamente como amenizar os danos do tombo.
Benefício: Interpretativo. Dano por queda é reduzido pela metade, e tem 25% de chance de ignorar o estado "derrubado".


This post has been edited by Beja: Aug 19 2017, 10:06 AM
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Vinus
 Posted: Aug 19 2017, 07:42 PM
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Vinus




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O pequeno Tontatta não percebia o medo daquele pequeno gatinho, mas Kwuenbo com certeza havia notado! A aranha estava realmente feliz por ter conseguido assustar alguém, mesmo que sem querer ou por força do destino. Já se preparava para pular na cara do mink gato e completar o trabalho, mas de repente o mundo começou a girar de uma maneira muito louca.

_Uow! Terremoto-resu?_ Gritou Abayomi quando percebeu que mundo não estava apenas girando, mas também balançando como um pêndulo. _Mas que diabos-resu!_ Praguejou. Antes que pensasse em fazer qualquer coisa o gato agia e se movimentava com rapidez e agilidade. Tudo o que o tontatta podia fazer era tentar se manter na cabeça daquela pequena criatura. _ Kwuenbo, segure-se-resu!
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Gaon
 Posted: Aug 19 2017, 09:06 PM
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O mar era seu lar, e Varuna confessava que se sentia feliz em caminhar pela água novamente. Onde o cheiro era puro e a visão era limpa. Entre as baleias e tubarões, entre as lulas e os caranguejos. Na harmonia do oceano, onde o chi é puro e a força é plena.

Mas sabia que tinha de voltar. Era na terra que seu destino o aguardava, e o famoso duelo cuja hora marchava sob Varuna.

Uma vez que pegou o fugu, murmurou uma oração em respeito a criatura e saltou para fora da água.


Varuna - Eis Logue Town, meu amigo. Aqui você se juntará ao fluxo do universo.

Ele constatou para o Fugu se debatendo em sua mão. Saiu caminhando em direção onde o duelo seria realizado, deixando um rastro de água no seu caminho, de olhos firmes no Fugu.

Uma vez lá, ofereceu a mão a Ken Jacob.


Varuna - Que o melhor cozinheiro vença, Ken.

Disse, amifgavelmente.

[bDeu um aceno amigável a Eon. Observou sua organizações das coisas e deu sugestões de como a bancada de Varuna, a fiel bancada que o serviu desde que tinha saído da prisão, deveria ficar organizada em relação ao fogão: de cara para os juízes, com o fogão para trás.


Varuna - A apresentação é a chave da culinária, Eon. Toda refeição começa com os olhos, não com a boca. É preciso fazer a audiência vibrar com cada mexida, gritar com cada tempero, se elevar com cada movimento da faca! Ao ponto que quando finalmente chegar a vez de comerem...serão como expectadores se tornando personagens de uma história bem-contada.

Ficou de pé, observando, com o fugu se debatendo na mão. Era essa sua hora.
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Kcyan
 Posted: Today at 09:33 pm
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Narração
Corvo andava pela área comercial, fazendo papel de entrevistador para obter informações acerca do oponente - além de comprar as devidas coisas necessárias para o desafio. Há pouco havia deixado o hospital após usar de suas artimanhas. No processo, acabara por descriptografar parte do livro o qual carregava consigo, uma herança de sua organização, e dos mandamentos de sua deusa.

Ainda havia muito a ser feito com aquela lista de compras, mesmo que houvesse dividido o fardo das tarfas. Ademais, o tempo corria, e cada vez mais o desafio se aproximava, não o permitindo ser tão meticuloso quanto queria. Todavia, conseguia obter uma resposta ou outra — Não, nunca ouvi falar - dizia um dos vendedores. O resultado não fora muito diferente nas outras tentativas — Quem? - perguntava em tom dúbio um outro comerciante. Entretanto, na última meada de esperança, Corvo conseguia algo — Ken Jacob... esse nome me soa familiar... não é aquele ex-cozinheiro que cruzou os diversos mares? - um homem alto e barbudo ponderava, esfregando a sua barba — Se bem me lembro... erhh... ele já esteve naquele lugar... Quem é você? - indagava.

Com outros objetivos, Corvo também aproveitava o ensejo para investigar os seus novos aliados - a prudência e a informação nunca eram demais. Um vendedor fechava as portas ao escutar sobre Eon — Não fale mais esse nome aqui! - na porta, ele podia ver uma placa que dizia: "Proibido animais. Proibido roupas de banho. Proibido armas. Proibido Eon, parentes e descendentes". E toda vez que perguntava sobre o skypean para algum dono de loja, eles faziam uma expressão enfadonha, como se não quissessem ouvir aquele nome novamente — Saia daqui, e não traga mais problemas - reiteravam.

Em seus questionários sobre Varuna, a sua fama também não era nada a se orgulhar. Em geral, poucos o conheciam, mas ao falar "tritão", uma parte considerável das pessoas do distrito comercial o conheciam. No entanto, os comentários sobre ele não vinham de fãs — Aquele tritão repugnante, sempre está estragando o fluxo de compradores aqui, ele é uma aberração. A marinha deveria tê-lo executado! - vociferavam, com a expressão contraída de amargura.

Em outro lugar, Eon dava continuidade a exercer o seu ofício. Precisava fazer poções, antídotos, o que fosse, estava ali para tal e assim fazia. Com o devido ambiente e com o auxílio de um ajudante, os proodutos eram levados a ele conforme desejava. Tinha a ajuda de um rapaz novo - provavelmente o filho ou sobrinho do proprietário da loja - pois esse não queria ficar perto de Eon.

A começar pelos antídotos, Eon fazia os devidos procedimentos e preparava o necessário, restando apenas esperar - tempo que ocupava com seus insólitos métodos, vulgo TOC. Assim, ele estaria preparado não só para salvar os participantes do desafio, caso algo desse errado, mas também, quem sabe, fazer algumas vendas.

Quase dormindo em sua cadeira, ou tão absorto em seus devaneios, Eon acaba por se espetar com uma seringa, o que resultava em uma enxurrada de ideias, as quais ele não tardou para por em prática. Com elas, as suas lutas seriam demasiadamente mais fáceis, além de mais dinâmicas. O leque de possibilidades que havia aberto era enorme, e com a sua criatividade inata ele podia alcançar novos patamares. Assim, deu-se vida aos novos projéteis venenosos que compunha o seu mais renovado - e perigoso - arsenal. Para dar o último toque, apenas algumas alterações nos dardos eram feitas para adaptá-los às cápsulas de veneno e álcool. Após uma barganha, o preço era fechado com o comerciante, totalizando 170.000 berries — Com os 10% inclusos, senhor - dizia o ajudante.

Com os artífices prontos, Eon agora rumava para obter o dito forno, tão necessário para o desafio culinário. No caminho, também comprava alguns outros utensílios e aparatos — Fechado - o vendedor ponderava um tanto, fechando o negócio. Acompanhando Eon, os dois rumavam para o local do desafio — Não se esqueça de meus 10%, os direitos trabalhistas ainda estão em voga - dizia o homem, com o forno afrente, deixando sua voz abafada.

Em sua Odisséia pelas ruas de Loguetown, levados pelo pequenino cachorro, Shaw retaliava aquela blasfêmia. Com suas habilidades, ele atacava a criatura indefesa, que grunhia de medo e o soltava no chão - caindo, com maestria, em pé - enquanto o canino corria para longe.

Haviam saído daquelas ruas movimentadas, passado por outras vazias, mas chegado em um lugar que também possuía um movimento considerável. Na verdade, sequer era um fluxo de pessoas, mas um conglomerado que se unia ali, como se assistissem a algo - e realmente estavam.

No centro da roda de observadores que cingia um velho, eram produzidos alguns pratos de aroma delicioso, que logo invadiram o olfato de Shaw e de Abayami. O cheiro irresistível de fritura adejava no ar, convidativo. Ao que parecia, o velho estava fazendo um teste culinário, e ele estava quase pronto — Esta é a famosa comida do Ken Jacob! Quem diria que aquele velho estaria aqui este tempo todo, em um lugar esquecido como esse! - dizia um rapaz com os olhos brilhantes — Assim que ele terminar, corra para pegar uma amostra, será uma disputa por alguns únicos pedaços! - falava exultado. Lá, Abayami continuava pendurado em Shaw, enquanto observavam aquela cena e eram dominados pelo fragor.

Não muito longe, Varuna caminhava solene em direção ao local combinado para a realização do desafio. Em sua mão ele carregava aquele que seria o seu ingrediente principal do shougeki. Um desafio de capacidades culinárias, até mesmo um pequeno deslize poderia comprometer toda a harmonia do prato. E dali, apenas um grande cozinheiro sairia vitorioso.

Ao se aproximar, Varuna já podia sentir uma fragância atrativa, de onde também saía uma fumaça quase diáfana. Lá, distante, vendo pelas brechas entre as pessoas, ele podia ver a conhecida imagem de seu arqui-inimigo. Para ele, era uma questão de ser expulso ou não. Quando chegou mais perto, as pessoas começaram a olhá-lo, e foi atraindo cada vez mais atenção, deixando até o pobre Jacob sem um átimo de acalento.

As pessoas começaram a abrir caminho, temerosas. Ninguém ousava se aproximar do grande tritão - diversas histórias haviam sido contadas sobre ele nesse meio tempo, passando de boca em boca. Ninguém ousava, também, distanciar-se tanto, pois assim perderiam os seus valorosos lugares.

Os dois olhares se encontraram, e por um momento fitaram um ao outro, criando uma atmosfera tensa em que apenas se arrisca respirar. Varuna, sempre possante, tomou a iniciativa, estendendo a mão de forma respeitosa — Só apertarei essa mão imunda quando o meu nome estiver tão sujo quanto o seu - resmungava de forma ranzinza, deixando o cozinheiro com a mão parada no ar.

Onde está seu forno? Ou veio aqui apenas para passar vergonha? - alfinetava o Ken Jacob. Não se via sinais de Eon em nenhum lugar. Ele estava atrasado, e já se passava alguns bons minutos. Os juízes já tomavam os seus lugares, incomodados com o tempo. Lá, estavam a esposa de Ken Jacob, o Corvo e uma cadeira vazia — Nos falta um juíz... - dizia Ken. Segundos depois, Eon aparecia, com um forno sendo segurado por seu ajudante, que falava algo sobre a comissão de seus dez por cento — Então o juíz se diz imparcial e te trás as tuas coisas? Eu sugiro que isto seja impugnado! Vêmos que a decisão do desafio não sera em nada justo, sugiro que o nosso aclamado líder, justo e honesto, seja o juíz indeclinável deste desafio, o Líder da SCCPCSSACLTEB (Sindicato dos Comerciantes Culinários de Paçoca e Comidas Secundárias da Segunda Área Comercial de Logue Town do East Blue) - a plateia gritava em acordo, apontando dedos para Eon e o acusando de desonestidade —Estava no acordo, sem interferência de terceiros, cada um seria responsável por arranjar as suas coisas! - argumentavam, mais pela ânsia de vociferar.

mp
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