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 Capitulo - 3 - O nome da besta., Curdus D.Oblivian
Curdus
 Posted: Jun 22 2017, 04:45 AM
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Curdus




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Capitulo 3 – O nome da besta..



O treinamento tinha acabado, após uma luta exaustiva e de grandes feitos, enfim Curdus tinha conseguido concluir a sua missão, ele tinha ficado mais forte e capaz de parar o mal que assolava aquela ilha. Cada palavra de Don Kong serviu como acalento para que ele compreendesse que seguir aquele caminho árduo seria preciso e que ele sempre devia confiar em si.

As coisas estavam dando certo mas ainda estava longe de terminar, porem mesmo o mais duro dos guerreiros precisa de descanso e foi após ouvir tudo o que Don Kong tinha a dizer que Curdus sentou-se no chão com as mãos apoiadas e pela primeira vez esboçou um sorriso verdadeiro na presença daquela velho macaco, Curdus estava orgulhoso, não por ter o derrotado mas por saber que poderia seguir para o próximo estagio daquela situação.

Okami encontrava-se se gabando, Don Kong seguindo o seu rumo e Curdus encontrava-se olhando para o horizonte enquanto levantava-se aos poucos e então falava para sua companheira: – Esta vendo a ilha aqui do alto “Senhorita Loba”? Ela voltara a ser seu lar. – Curdus ser gentil era uma frase incompatível, mas talvez o treinamento o tenha mudado um pouco, pois naquele momento ele estava sendo “Nostalgico”? Era difícil definir, mas parecia sensato compreender que ele estava feliz por agora poder cumprir suas promessas a cinco filhotes lobos irmãos de Okami que queriam ver um novo mundo chegar.

Os pupilos e o mestre caminharam para dentro do vulgão, alimentar-se, um bom banho quente, que para Curdus quase enquadrava-se como tortura, mas no fim todos encontravam-se relaxados para o merecido descanso. Antes de deitar-se de vez Curdus subia novamente ao topo de seu local de treinamento, sentando no mesmo lugar que encontrou Kong pela primeira vez, a beira da boca do vulcão Nirvana.

Lá pensava sobre tudo que passou, suas dificuldades e seus grandes problemas na vida, mas não só isso, pensou em cada momento de superação, em cada alcance de uma nova capacidade e foi enquanto pensava nisso que o jovem homem-peixe socou o ar com toda a sua força, apenas para ouvir o som de seus próprios socos potentes e então sorriu enquanto olhava seu punho, enfim ele compreendia o que era ter por que lutar.

A ojeriza pelos atos de seu irmão sempre o consumiu e muitas vezes o cegou para o que importava de verdade, algo que não era o ódio que o traria, mas sim a razão pelo que lutar, percebeu que seus pulsos antes não tinham PROPOSITO.

Sem perceber encontrava-se no topo a alguns longos minutos, foi quando escutou os passos atrás de si. Um inimigo? Poderia ser seu pensamento, mas lá no topo da montanha compreendeu que apenas um ser poderia buscar refugio ali para pensar e por isso proferiu as seguintes palavras –Não pensei que uma luta ensinaria truques novos a um macaco velho.


| Post: 01 | Beast Point | Civil | Curdus D. Obliviam




@JtB'

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Olá , muito prazer em jogar contigo.

Então, a curto prazo vem os objetivos:

- Começar o treinamento com Dom Kong ( Concluído )
- Aprender um pouco mais sobre o mar.
- Começar a campanha de reestruturação de Beast Point ( Concluído )
- E conquistar um " nemesis "

A médio prazo

- Encontrar uma forma de aprender Electro ( Mesmo que danosa ao corpo )
- Um “Vilão” para ilha.
- Conseguir um certo renome
- “Derrotar” meu "Nemesis "( Ao custo de algo importante )
- Partir de Beast Point e seguir para a próxima ilha ( Dilio de preferência ).

Longo Prazo

- Começar a caçada ao irmão poderoso ( Pirata foda )
- Enfrenta-lo e derrota-lo
- Caçar o Shinchibukai " Hiena "
- Seguir para o novo mundo

Esses são objetivos por hora, claro podem ser alterados ou melhorados e aceito total sugestões e mais uma vez obrigado.


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JtB'
 Posted: Jun 24 2017, 04:14 PM
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JtB'




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CAPITULO 3 – O nome da Besta
O despertar de Beast Point

Os passos que Curdus ouviu estavam de fato atrás de si, mas ao terminar sua frase, a resposta seguinte veio bem do seu lado: - Como pode julgar que o aprendi se nem mesmo sabe quase nada do que sei? - E ao olhar para onde veio a voz, o macaco já se postava a seu lado, sentado de pernas cruzadas em sua postura de meditar, porém ainda disperso. O macaco voltava seu olhar para o horizonte enquanto falava: - Quando eu era mais jovem, os torneios eram tudo pra mim. Me lembro da determinação surgindo quando decidi que me tornaria o campeão do coliseu e, desde então, a cada batimento do meu coração, a cada contração de meus pulmões, minha mente estava voltada só para isso. Com algum tempo eu venci meu primeiro torneio e por mais tempo me mantive no topo. Todos queriam me derrotar, mas apenas querer não leva ninguém a lugar algum, e muitos ainda não entendiam o poder da mente em nossas aspirações. Aos poucos fui me sentindo isolado, aquela posição perdeu o valor pra mim, pois apesar de inspirar aos outros, era como se eu tivesse alcançado um teto. Ainda que houvessem alguns adversários realmente desafiadores, suas ambições eram simples e em nada me inspiraram. Por fim, abandonei meu posto e aqui busquei sentido para o que me afligia. Nesse processo me tornei ainda mais forte, desvendando limites que minha mente impunha sobre meu corpo, ultrapassando-os e enxergando o mundo de maneira diferente. - Seu discurso aparentou ter terminado pela longa pausa que fez, mas logo retomou: - Quando você apareceu por aqui com Okami, senti que era diferente dos outros. Ambos queriam poder não para si, mas para compartilhar, e esse sentimento é um dos requisitos mínimos para alcançar uma posição de plenitude. Aceitei treiná-los somente por ter enxergado que a cor da determinação de vocês é mais brilhante que dos demais que me procuraram e hoje tenho mais convicção de ter feito a coisa certa. - Don Kong então encara Curdus - Você está preparado para fazer a diferença nesse lugar. Mas agora, por enquanto, será por sua conta. Okami e eu precisaremos ficar aqui por mais um tempo, temos assuntos importantes a tratar. Você tem a liberdade da iniciativa e em momento algum sinta-se abandonado. O macaco enfim se põe de pé e aproxima-se do jovem ouriço. Já perto, ele estende a mão para um cumprimento firme e então se distancia até sumir na escurid]ao da noite. Deixou para Curdus muitas coisas para refletir, o que criava várias interrogações em sua mente. Mas naquele ponto o jovem depositava no primata uma confiança enorme e sabia que o velho tinha seus propósitos com tudo aquilo. Cabia a ele planejar seu próximos passos, pois a maneira como começaria seria uma fator importantíssimo em sua iminente missão.

Off: Me explica aqui o que seu personagem tem em mente para essa “retomada” da ilha, ou mesmo manda umaudio detalhado no whatsapp.






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Curdus
 Posted: Jun 25 2017, 02:56 PM
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Curdus




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Capitulo 3 – O nome da besta.



Uma conversa amena era que estavam tendo. Curdus e Don Kong no fim eram uma moeda idêntica mas com faces diferentes, era visível o envolvimento de Don Kong com seu pupilo e com tudo que ele via que aquele jovem tritão poderia representar, mas era preciso mais do que isso para cumprir os objetivos .

As escolhas de Curdus agora seriam determinantes, escolhas que poderia transforma-lo em herói ou vilão perante todo o cenário que aquela ilha encontrava-se e por isso o tritão contemplava o horizonte. Em sua cabeça um milhão de resposta e perguntas, em suas mãos o poder para soldar uma nova “ pátria “. Curdus não se despediu, não voltou para dizer adeus, de sua contemplação e deu seu momento com sua mente conseguiu a resposta que era muito maior do que ele, conseguiu compreender que para salvar aquela ilha ele não precisava de seus punhos, ele precisava do punho mais forte que poderia encontrar e esse punho era o punho de um povo unido.

O caminho seria árduo mas não estava sozinho, seria perigoso mais tinha que arriscar, seria triste mas teria que aceitar as perdas e foi indo embora na direção da cidade que falou para si: – Como você disse uma vez meu velho “ o poder de um povo é maior que o poder e um rei “, é essa a frase não é “Pai”? – A conversa interna com o seu passado e seu finado pai demonstrava o quão Curdus estava usando mais a sua cabeça e menos os seus punhos, o amadurecimento não ocorreu só nos músculos mas também na mente.

Os passos ate lá demorariam, mas os muitos pensamentos formariam o caráter do tritão para quando lá pudesse de fato começar a sua busca pelo seu objetivo ainda não tão fixado. Atento o tritão tentava manter-se consciente de tudo que encontrava-se ao seu redor, em uma terra cheia de inimigos, manter-se firme era algo preciso e manter-se atento era algo imprescindível.


| Post: 02 | Beast Point | Civil | Curdus D. Obliviam


@JtB'
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Olá desculpe o post curto e de pouco material tome o mesmo mais como um post e transição.
Vamos começar a trabalhar um pouco mais a mente do Curdus e gostaria muito de lhe pedir para que por favor visse a questão a qual conversamos sobre a possibilidade de uma “criação” de técnica baseada no Electro.
Pois ate mesmo penso em fazer uma Fic explicando como e quando.

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JtB'
 Posted: Jun 27 2017, 02:53 AM
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Capítulo 3 – O nome da Besta
O despertar de Beast Point

A escuridão era vasta do topo do vulcão, graças ao véu da noite, que muito graciosamente exibia suas estrelas. A interpretação daquela visão é pessoal de cada um que a contempla, e no caso de Curdus, a resistência do brilho daqueles minúsculos corpos celestes bem representava o que se passava naquele lugar. Em cada pingo de luz naquela imensidão negra enxergava os habitantes de Beast Point que não se contentavam com a atual situação de seus lares, e continham dentro de si, reprimida, uma fúria bestial prestes a se revelar, bastava apenas um gatilho. Eis então que o jovem ouriço inicia sua caminhada de volta para onde tudo começou, incorporando para si a função do tal “gatilho”. Incontáveis foram os passos da descida do vulcão até uma das estradas que o guiavam à cidade central do arquipélago. Andava cauteloso, e o que ouvia era apenas o som de seu corpo e os animais noturnos, prestes a partirem à medida que o sol ainda insinuava sua chegada. Nos pensamentos, apesar de absoluta determinação, ainda se construía, vagarosamente, o plano de alforria. Mas ainda que pensativo, estava bem desperto e com os sentidos em pleno funcionamento foi capaz de perceber o barulho de passos: possivelmente um pequeno grupo atravessando a vegetação, e logo algumas vozes confirmaram a quantidade e posição. A lentidão do sol a iluminar o dia permitiu que Curdus não tivesse sido notado, e com a paciência de permanecer inerte no lugar que estava, revelaram-se para ele uma pequena escolta de 7 soldados, na qual um deles claramente era de patente superior. Curiosamente todos estavam bastante dispersos, entretidos em sua própria conversa e risadas gaiatas. Talvez estivessem cansados, nas últimas horas de ronda a ponto de ficarem lesados de sono, mas ao analisar novamente o local por onde estavam andando, o tritão sente uma breve estranheza. Ao olhar para o ponto de onde vieram, acompanhando a trilha na vegetação recém pisoteada, foi capaz de ver uma passagem forçada adentrando parte mais densa da vegetação, onde sua visão não conseguia ir mais além. Os soldados seguiram o caminho deles até onde não podiam ser mais vistos, e antes que Curdus pensasse no caminho que se mostrava livre para ele, escutou o grito: - É ele! Foi por ali! - Curdus automaticamente lembrou-se da perseguição de tempos atrás e sabia que alguém poderia estar em apuros. - Droga, esse miserável é rápido, parece que está tirando sarro da nossa cara... - Tragam os cachorros e continuem na direção que ele seguiu. Com paciência descobriremos onde se esconde essa corja nojenta... - A voz que ouviu por último carregava uma entonação feminina, apesar de deixar a dúvida no ar pelo tom grave. Mas isso não importava, o jovem espinhento apenas analisava o que seria feito naquele instante.

Off: Começo de aventura é assim. A medida que a trama vai ganhando detalhe, mais palavras vão sendo necessárias. A experiência se desenvolve de ambas as partes, então se também tiver dicas a dividir, aceito-as.



This post has been edited by JtB': Jun 27 2017, 02:54 AM
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Curdus
 Posted: Jun 27 2017, 03:55 AM
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Capitulo 3 – O nome da besta.



A imensidão negra dos Céus mostrava não o que foi aquela ilha e sim o que ela era. Um véu negro que cobria cada ponto mostrava que a ilha estava imersa em seus temores e seus receios, Curdus pode contemplar isso no topo da montanha e na estrada que seguia, mas acima de tudo pode contemplar isso nos corações assustados de seus companheiros toda vez que os encontrou para uma conversa.

As folhas e a noite se mostraram excelentes companheiras, quando os passos alongaram-se Curdus pode perceber que uma boa parte do caminho tinha sido seguido, mas quanto do caminho ainda precisaria ser percorrido ate chegar ao seu destino? Esse pensamento foi adiado quando um som peculiar chegou aos seus ouvidos, um som que Curdus compreendia muito bem como a frota dos homens que o caçou quando tiveram a oportunidade, os homens de reina.

Os homens de reina buscavam um fugitivo, um ser a qual Curdus era alheio naquele momento, dada a preocupação e vontade de captura-lo era fácil de se deduzir que não era apenas uma “ diversão “ mas uma obrigação real. O tritão teve o vislumbre dos homens, sete talvez mais comandados por um outro soldado de alta patente e aparentemente tão firme com poderia ser. O tritão parou um instante, seus pés ficaram-se enquanto ele observava o solo de cabeça baixa, seu olho uno encontrava-se aberto e as veias começavam a saltar lentamente enquanto falava para si: – Eu prometi a eles que nenhum homem ou mulher de Reina tocaria neles... – Seus calcanhares viraram, suas mãos tocaram o solo enquanto abaixava-se para tomar a postura de “ investida “ comum em seu estilo de luta mais “ animalesco “, os dentes afiados ficaram a mostra um instante para o vazio que o cercava antes de impulsionar usando seus membros e ir na direção das vozes tal com um raio.

Os inimigos poderiam não ter visto o seu semblante mas com toda certeza poderiam sentir a presença “ assassina “ do caçador que era Curdus, cada pouso e impulso dado era direcionado a um lugar diferente, as arvores, o solo , as pedras próximas, tudo com o intuito de ir mais rápido, mais desordenado e mais instintivo possível. Quando próximo o suficiente, um urro gutural proveniente de sua selvageria seria dado e quando visse o “ esquadrão de caça “ direcionaria-se para dois homens mais próximos de uma vez para com isso segurar suas cabeças e crava-las no chão enquanto diria: —Saiam da MINHA CASA! – De fato Curdus não estava referindo-se a ilha como sua mas sim referia-se a ela como casa, como o lugar que escolheu como “ morada “ após seus desejos pessoais serem finalizados.

Após fazer tal movimento inicial o tritão levantaria com calma, enquanto observava os inimigos pronto para tomar suas medidas defensivas se assim fossem necessário, sempre precavendo-se com os braços a serem levantados quando ataques corpo a corpo viessem, em uma tentativa de bloqueio claro a eles e esquivas laterais rápidas para golpes de longo alcance para quando o inimigo tenta-se alveja-lo.

Uma peleja tinha começado e Curdus aparentemente teria que adiar um pouco a sua ida a cidade.

| Post: 03 | Beast Point | Civil | Curdus D. Obliviam


This post has been edited by Curdus: Jun 27 2017, 03:56 AM
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JtB'
 Posted: Jun 29 2017, 01:44 AM
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Capítulo 3 – O nome da Besta
O despertar de Beast Point

A calmaria de reflexões de Curdus é interrompida só de avistar os soldados de Reina. Quando o estardalhaço seguinte veio a ser ouvido o espinhento ouriço já estava mais que alerta para a situação. As reações que aquele encontro gerou, por mais que fosse um sentimento já bem conhecido e enraizado em sua alma, fizeram-no arrepiar-se do interior da sua coluna, de baixo a cima, encerrando-se em sua nuca. Era como se sentisse aquele ódio pela primeira vez, novamente, devido a intensidade com que seu coração batia, como se tivesse acabado de receber um verdadeiro choque. E foi mesmo um choque, pois por mais que estivesse todo esse tempo se preparando para isso, não era a mesma coisa que estar vivenciando tudo no exato momento. E por fim, Curdus deduziu através de uma análise de sua própria reação, que por mais que seu treinamento tivesse sido o mais curto possível, ele havia se afastado do “campo de batalha” por um tempo significativo. Mas não era hor de se aprofundar nesse detalhe, precisava mesmo era aproveitar o calor do momento, e se o fator era tempo perdido, já estava mais que na hora de tirar o atraso. No passar de um segundo, subitamente o tritão crava seus pés em terra, com a força proporcional a sua raiva. Suas mãos, em seguida, também cravam-se no chão, numa posição que já insinuava o que viria a seguir. Curdus disparou seu próprio corpo, no impulso simultâneo de seus membros de apoio, em altíssima velocidade provida por sua força fora do comum. Aproveitou seu movimento acelerado e com alguns ajustes de direção, rumava para onde se denunciavam, aqueles soldados barulhentos. Sua entrada foi no mínimo triunfal. Sua velocidade deixava confuso os soldados mais fracos, e os que tinham a visão mais treinada ainda o acompanhavam com dificuldade. Em sua manobra, percebeu 2 dos soldados mais afastados que mal sabiam o que estava acontecendo. Para infortúnio de ambos, tiveram suas cabeças submersas no solo, e jamais entenderiam que, naquele momento, serviram de freio de pouso para a aterrissagem do bestial tritão ouriço. Após seu brado, enquanto erguia-se com mais serenidade, depois de pôr pra fora parte do que o sufacava devido longo período sem lutar contra seu real inimigo, o jovem pode colher os efeitos de sua iniciativa. Alguns dos soldados estavam simplesmente paralisados, com olhos esbugalhados, boquiabertos, tentando processar o recém acontecido. Apesar de aguardar ação ofensiva daqueles homens após seu ataque inicial, logo passou por sua cabeça de aproveitar suas reações para continuar seu avanço, mas logo percebe que alguma coisa estava errada ali. Brevemente lembrou-se que havia uma figura imponente entre aqueles mais comuns, como sendo o superior imediato, até que por fim percebeu uma presença acima de sua cabeça. O movimento rápido de seus olhos o permitiram visualizar o último inimigo que agora caía em alta velocidade contra si. A descida era o mais silenciosa possível, se não fosse aquele tanto de armadura, e a enorme lança que carregava com as duas mãos, cuja ponta apontava diretamente ele para ele, e parecia cada vez mais fatal. O jovem não pode deixar de notar 4 orifícios na enorme lança de cavalheiro, mas isso não deveria prender tanto sua atenção naquele.momento.

Off: Internet de verdade pra mim, só sexta. Prefiri pegar o que tinha começado e finalizar no posto de hoje pra dar seguimento a história. Espero que tenha gostado como estou com internet limitada, não pude pesquisar uma imagem pra te mostrar, mas pensa nesse oponente descrito como o Fernando do game Paladins, principalmente a arma, só que numa versão mais perfurante. Faz essa busca, por gentileza, ok?

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Curdus
 Posted: Jun 29 2017, 02:41 AM
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Curdus




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Capitulo 3 – O nome da besta.



Aaterrisagem foi tranquila. Cabeças inimigas encontravam-se no solo, corpos inimigos encontravam-se paralisados e Curdus teve a certeza de que chegara como sempre chegou em um lugar “ causando confusão “. Não demorou tanto para que o tritão sentisse em seu amago que aquela chegada foi só o começo de uma peleja que duraria ainda mais, não por que sabia de seus inimigos, mas por que existiam muitos mais como esses a sua frente.

As mãos estalaram, as pernas se curvaram, o corpo manteve-se duro e por um momento pode compreender que tinha que continuar sendo rápido e efetivo, pois o tritão teria que aproveitar o momento de “ paralisia “ de seus inimigos se desejava ter uma vantagem. O disparo de corpo foi feito, rápido e esguio, seus olhos atento anteriormente tinham percebido um homem que vinha dos céus, nada passava desapercebido, afinal, “ A primeira regra do combate é , veja ate o que não pode se ver. “. Para cada ponto de impacto do impulso uma mudança de trajetória , os pontos nada mais eram que os soldados presentes, o no impulso final a rota tinha um destino, o superior que já deveria estar ao solo nesse momento.

O tritão parecia ter um único objetivo, atingir seu inimigo após utilizar a velocidade de claro os elementos nada previsíveis ao seu favor, mais esse não era seu único “plano”, quando aproximar-se o suficiente o tritão socaria com todas as suas forças não seu inimigo, mais o solo abaixo dele para desestabiliza-lo enquanto gritava: – Cuidado onde pisa! – O mesmo aproveitar-se-ia desse momento para fazer, rodar o corpo ainda no ar e atingi-lo na região do rosto com sua perna rígida e potente fazendo assim com que ele “ cravasse “ no chão .

O tritão buscava uma luta um a um, afinal aquele inimigo não era um inimigo fraco e isso ele sabia muito bem, passou tempo o suficiente com Don Kong para compreender quando um adversário é maior e mais forte que ele.

| Post: 04 | Beast Point | Civil | Curdus D. Obliviam


@JtB'
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Então, estou trabalhando posts mais curtos para essa batalha, afinal pelejas são mais objetivos, mas os próximos tentarei trabalhar melhor.

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JtB'
 Posted: Jul 6 2017, 01:16 AM
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Capítulo 3 – O nome da Besta
O despertar de Beast Point

Após seu árduo treinamento, sentia a diferença das capacidades físicas de seu corpo como se estivesse a vida toda vestindo algo pesado e agora tivesse libertado-se de tal peso, porém aquele peso era composto dele mesmo, Curdus. Ele era sua própria limitação e ao mesmo tempo o reflexo de seu treinamento, pois entendia que seu estado atual ainda estava longe de ser seu auge, porém era muito mais poderoso que sua fase inicial. Esse potencial para ser algo muito maior expressava-se na forma com a qual suas mãos cravaram com facilidade aqueles dois idiotas no chão. Curdus entendia que não era de fato facilidade, apenas estava comparando sua capacidade com sujeitos de nível inferior. Precisava buscar níveis mais elevados como referenciais, e talvez aquele que agora descia em sua direção com sua robusta lança, apontada para sua cabeça, fosse essa referência. Curdus buscou usufruir mais dessa superação recém conquistada, e para fugir do alcance de seu atacante, disparou contra os outros soldados em busca de ainda mais velocidade. Tratando-se de uma luta com diversos adversários, ele bem sabia que sua atenção precisava ser bem dividida, porém quando os níveis de força diferiam consideravelmente, deveria dar a atenção proporcional ao mais forte. Dessa forma, mesmo que seu foco fosse inicialmente outros soldados para no fim alcançar aquele mais forte, conseguiu perceber a reação do guerreiro: a ponta da lança acompanhava o novo movimento do ouriço, e de repente uma espécie de arpão é disparado de um dos quatro orifícios, numa potência impressionante. Logicamente o tritão foi surpreendido por um equipamento tão exótico que passou por um triz de ser acertado, e antes que conseguisse se recompor para sua manobra inicial, um segundo disparo foi feito. Este também pôde ser evitado, mas Curdus havia perdido a velocidade de seu impulso ao esquivar-se e acabou indo parar no meio do campo de batalha, onde estava prestes a ser alvo dos meros soldados que de certa forma subestimou. Eram quatro, cercando-o, e apenas um possuía arma de acerto à distância, além do guerreiro com sua lança tecnológica. A esta altura o superior já havia pousado e agora caminhava em sua direção. Os soldados estavam a seus postos para atacá-lo, mas ainda não o faziam, aparentemente aguardando uma ordem de cima. - Vocês andam mais ousados ultimamente… O que houve? O sumiço de seus companheiros mexe com as emoções de vocês? Hahahahah - Eles riam em coro. - Pra ser sincera, eu concordo com vocês… se tivesse sido feito conosco o que fizemos com alguns de vocês, eu mesma ficaria bem puta. - Ela falava em tom de provocação e deboche, dando a entender algo que Curdus não entendia bem, como se coisas tivessem acontecido no tempo em que esteve afastado.

Off: Tentei te deixar informado das coisas que aconteceram, mas basicamente passei por mudança atrás de mudança e isso tira qualquer um de ritmo. Mudei de endereço, de emprego e já rolaram até acidentes (Sim, mais de um) nesse período. Mas gosto bastante de narrar pra ti e tentaremos compensar o atraso nas datas futuras.





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Curdus
 Posted: Jul 6 2017, 12:13 PM
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Curdus




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Capitulo 3 – O nome da besta.



Otreinamento surtia resultados, o corpo agia com mais fluidez, com mais eficácia, Kong de fato treinou o jovem Curdus ate o seu limite para que ele compreendesse o máximo potencial que possuía, mas essa não é uma tarefa fácil. Curdus crava a cabeça dos homens no solo, sua velocidade de reação fez com que escapasse de um golpe direto vindo de cima, suas reações instintivas traçaram ate mesmo uma rota de fuga e ataque ao mesmo tempo, mas seus inimigos eram de fato surpreendentes.

A líder daquele esquadrão agira de maneira calculada, os disparos do seu armamento peculiar fizeram Curdus ter que reduzir a velocidade para poder de fato antecipar os ataques e por muito pouco conseguiu, porem com isso não conseguiu executar seu contra ataque. O pouso no centro dos inimigos também foi algo que não favoreceu Curdus que encontrava-se cercado por inimigos sedentos por dete-lo. A ousada superior começou a humilha-lo o tratando como um mero lixo, algo que fez Curdus ter de respirar para manter-se calmo, instintos apenas não o salvariam, ele precisava de uma vantagem. “ Seu inimigo as vezes tem poder, mas você tem que ter astucia. Seja surpreendente! “.

O tritão se ergueu, olhou seus oponentes e a líder deles, de fato estava em desvantagem, seu inimigo era bom em estratégia, mas ele era bom em manter-se vivo. Estalou o corpo e começou a proferir palavras em um tom nada ameno porem provocativo : – Sabe o que é mais preocupante do que ficar cercado? Não? Não ter onde se apoiar. – Curdus não ignorava o seus adversários, nem o que fora dito, mas era evidente que ele no momento não poderia se preocupar com algo que não fosse a sua vida em risco, tudo poderia ser melhor esclarecido mais tarde e por isso tomou as ações que tinha de tomar.

O tritão socaria fortemente o solo com toda a sua força enquanto saltaria na direção da líder inimiga, sua pele enegreceria (Toxic Skin – técnica na ficha), suas mãos direcionavam-se para pontos postos, enquanto uma visava atingi-la na face com toda a sua capacidade física, a outra tentava segurar o arpão caso ele fosse direcionado como rota de fuga para algum lugar, caso ele fosse disparado contra o próprio tritão, tal estratégia não era nada mais que simples, porem era deveras útil. Todo movimento era feito de maneira que o corpo reclinava-se para uma direção oposta ao do soco dado, fazendo com que as primeiras deformações não atrapalhassem o trajeto.

| Post: 05 | Beast Point | Civil | Curdus D. Obliviam


@JtB'
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Sem problemas, compreendo muito bem e sei que está dando o seu melhor meu conterrâneo.
Vamos dar uma compensada, e você verá o melhor do Curdus a cada post para também manter você empolgado.

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JtB'
 Posted: Jul 12 2017, 11:50 PM
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Capítulo 3 – O nome da Besta
O despertar de Beast Point

O ouriço não gostava nem um pouco das palavras proferidas por aquela guerreira. Se ela soubesse o efeito que causavam nesse oponente especificamente, não as teria dito. O jovem, no entanto, mantém a calma necessária para o momento, pois, querendo ou não, requereria bastante atenção de sua parte. Usou daquele profundo insulto como inspiração para guiar seu movimento, e poder mostrar a ela fisicamente o verdadeira peso daquelas palavras. Ele avança de súbito contra a maior ameaça do local, sua nova técnica sendo testada em campo e já “à flor da pele”. Seu deslocamento foi muito veloz devido sua força sobrenatural Seus objetivos foram a lança e a face inimiga, tentando neutralizá-la enquanto desferia golpe. A lança foi facilmente agarrada, visto que por seu tamanho e peso era de “lento” manuseio. Quanto ao golpe na face, este foi evitado por pouco pela mulher. Seu corpo, nesse momento, pendia para traz, e foi então que Curdus pôde perceber que ela não ousava abandoná-lo nem por um instante. Antes que pudesse tomar iniciativa da batalha, um barulho vindo dos arredores chamou sua atenção. A pose que a guerreira assumia agora foi crucial para o acontecido: uma criatura felina, grande e veloz, surgiu na cena penetrando suas longas garras naturais na nuca de seu oponente desfavorecido. A aparição de mais criaturas se sucedeu após a primeira, mas pelo que deu a entender o foco não era Curdus, mas sim seus oponentes. Alguns soldados ainda resistiram e travaram breves lutas, com isso deu pra julgar que alguns dos que acabaram de chegar não pareciam tão surpreendentes quanto o primeiro, porém mostraram ser capazes de lidar com os que restaram, sobrando na cena apenas um bando de bestiais. O maior deles se apressa até Curdus, sem qualquer menção de medo ao se aproximar. Sua feição era bastante séria e ele fala com tom de quem deveria estar puto: - Você quase jogou nossos planos fora com essa atitude idiota. Onde queria chegar? Fazer justiça com as próprias mãos? Porque estava fora de posição, afinal? - O homem parecia desconhecer completamente sobre Curdus. - Bom, por sorte sua ação descabida nos proporcionou a ocasião ideal. Mas sinta a advertência… Não fuja mais dos planos. Certo, não temos tempo a perder, precisamos aproveitar a baixa de soldados na região e começar a busca, ela está por aqui em algum lugar. Procurem antes que dêem falta desses soldados na troca de turnos! Falou de forma imponente aquele membro felino grupo. Logo os outros se puseram em movimento em busca de algo.

Off: Desculpa por toda demora, TucoMan. Valeu pela oportunidade de narrar, mas o mundo gira e as coisas mudam, é natural. Elaborei as coisas de forma rápida pra dar um novo gancho pra o narrador seguinte. Divirta-se!





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Curdus
 Posted: Jul 14 2017, 02:49 AM
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Curdus




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Capitulo 3 – O nome da besta.



Em uma luta onde os inimigos possuem vantagens distintas ganha aquele com melhor estratégia”, essa era uma grande regra da vida dos que tinham que lutar para sobreviver a todo instante, essa era a regra que os homens de espécies, raças e ate mesmo “tipos” diferentes dos convencionais tinham que conviver. Por isso escutar as palavras da oficial fez com que Curdus tomasse uma postura como aquela naquele momento de pura desvantagem, ela tinha testado a fibra do tritão e arrepender-se-ia disso.

As manobras executadas pelo tritão foram capazes de causar a surpresa suficiente para segurar a lança, a inimiga quase foi atingida pelo ser com pele enegrecida pelo ódio e pelos tóxicos que tomaram conta de seu corpo, mas por sorte e pela favorável posição conseguir esquivar por milímetros. Tudo parecia ter se tornado um cenário de pura desvantagem que foi logo acometido pelo pensamento pessimista do tritão: “Droga, não posso perder tempo com erros. “, mas que foi surpreendido pela ação dos minks que surgiram rapidamente.

Os minks felinos cercaram o local e atacaram os inimigos, o mais proeminente dentre eles “neutralizou” ( para não dizer matou ) a oficial que estava focada no seu inimigo tritão a sua frente, não demorou muito e antes que Curdus pudesse ter uma reação real a tudo aquilo tudo tinha acabado. Logo o mesmo Mink que acabou com a oficial encontrava-se focado em questionar a Curdus o por que de suas atitudes tão impensadas o que fez Curdus arquear a sobrencelha, um outro ele de um mês atrás daria um soco no animal, mas aquele Curdus compreendia que em uma zona de guerra perder a cabeça era o piro dos erros e por isso apenas respondeu: – Tentando salvar alguém era isso que estava tentando fazer. – O tritão era duro no fim das contas, ele não tinha um grande tato mais ainda era sincero objetivo e simples e foi encarando o ser felino que esperava a resposta.

| Post: 06 | Beast Point | Civil | Curdus D. Obliviam


@Muffin
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Bem, como outrora conversado com os STAFF’s Muffin assumira a mina aventura conforme combinado com o mesmo.

Agradeço de coração a disponibilidade no novo  narrador e ainda complemento que adorei jogar com @JtB’ um incrível e dedicado narrador.


This post has been edited by Curdus: Jul 14 2017, 02:49 AM
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 Posted: Jul 14 2017, 06:33 PM
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Capítulo 3 - O Nome da Besta

A resposta de Curdus não parecia agradar muito o felino. Primeiramente, pelo menos, pois após isso ele apenas cuspiu para o lado. Com as ordens dadas, os seres bestiais começaram a pegar os corpos dos soldados, e a sua comandante, os levando para longe dali, provavelmente onde iriam despejá-los em segurança.

"Vocês dois", disse apontando para duas das bestas. "Sigam para o leste, mantenham-se na sombra. Acabamos com essa patrulha, mas não fiquem convencidos só por causa disso.", ao terminar de falar, os dois seres saíram correndo dali na direção leste.

O foco dele voltou para Curdus, enquanto os outros faziam o trabalho. O tritão pode contar doze ou quinze deles ali, todos obedecendo as ordens dadas pelo maior e mais forte entre eles. E este bestial, alto, pelo dourado e olhos vermelhos ficava encarando Curdus, quase como se conseguisse encarar a alma dele. "Você não é um dos nossos.", não falava com muita felicidade. Sua testa ia franzindo e suas presas iam ficando lentamente a mostra. "Quem é você?"

Os outros bestiais que não levavam os corpos, ou serviam de batedores, se aproximavam também. Quase como se estivessem cercando o tritão. Eram quatro, mais o líder, ali em volta. Dois atrás dele, e um de cada lado, com o líder em frente. Não pareciam ter uma estrategia muito formada, além de "Subjugar e Submergir", mas não faziam nada ofensivo, até que o seu líder fizesse primeiro.



@Curdus

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Desculpe pelo post simples, Curdus. Tentarei manter um padrão melhor quando pegar leme da coisa.


This post has been edited by Muffin: Jul 14 2017, 06:34 PM

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 Posted: Jul 15 2017, 02:49 AM
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Capitulo 3 – O nome da besta.



Eram aliados e não inimigos, mas parecia que não importava quando encontravam-se em uma zona de guerra. O tritão podia ver a postura firme do líder que dava as ordens para simplesmente sumirem com os soldados “ derrubados “ de Reina. A oficial que tombará também seria largada em algum lugar propicio a isso.

Após alguns instantes o mais forte deles direcionou-se par ao tritão, sua postura mostrava a “ superioridade “ que gostaria de demonstrar, os mais afetuosos a ele começavam a cercar o tritão a sua maneira e logo as palavras de “ questionamento” tornaram-se presentes com um ar de “repudio”. Tudo o que Curdus conseguia pensar era : “Não perca a calma, eles não são inimigos, não são seu foco. “ mas a sua expressão não podia negar o real desagrado de estar sendo ameaçado de alguma forma.

Os minks felinos fizeram Curdus ter também de mostra que não encontrava-se brincando quando começou a lutar com seus inimigos, sua postura antes “ relaxada” para não parecer hostil mostrou-se mais rígida e imponente para colocar-se de fato na posição que estava em seus planos, as mãos continuavam abaixada e nenhuma hostilidade seria apresentada se não apenas a sua “pose” de poder diante do homem que fazia algo semelhante e o tritão respondeu: – Eu sou Curdus e estou indo para a cidade, apenas isso. – Aprenderá ao longo de seu treinamento com Don Kong que duas coisas eram precisas para manter-se firme, paciência e conhecer suas próprias capacidades, estava paciente e conhecia o que podia fazer e isso o dava força o suficiente para responder com o tom que respondeu.

E com um olhar serio de sua orbe única esperou resposta do ser enquanto atento mantinha-se para as possíveis ações hostis. A pele negra ia voltando ao tom roxo mas os “ espinhos “ continuavam a mostra e foi nesse momento de “ desarme lento “ que falou para o felino a sua frente: – Se puder me deixar passar e seguir... – A sugestão ia com tom de “ estou avisando que só quero seguir, sem confusão “ um tom comum dos que podem fazer algo mais preferem não fazer e por isso apenas esperava a resposta.

| Post: 07| Beast Point | Civil | Curdus D. Obliviam


@Muffin
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Bem, caso exista algum objetivo que precisemos conversar, pode ir perguntando, vou te atualizando o que penso.


This post has been edited by Curdus: Jul 15 2017, 02:50 AM
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 Posted: Jul 15 2017, 04:55 PM
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Capitulo 3: O nome da besta

Curdus começa a fazer uma demonstração para o líder daqueles minks, não parecia impressionar ele porém. Ou se havia conseguido dar a impressão que queria, o leonino não desmontava, mas mostrou uma ação que parecia ter certa confiança. Levantou a sua grande palma, fazendo os outros quatro minks pararem. A relva balançando com o vento foi o único som que o tritão podia ouvir depois disso... Até que o líder falou:

"Você pode ir. Não é de Reina.", e com um movimento de sua cabeça, os minks em volta de Curdus saíram em passos largos do cerco que faziam em volta dele. O líder começou a guiar eles na direção que os soldados estavam indo. "Meu nome é Aslam, por falar nisso. É falta de educação não fazer uma apresentação, depois de alguém ter feito a sua.", o líder leonino acrescentou para Curdus, mas mesmo depois de dizer isto, não avançou junto dos outros. "Seu auxilio pode ser útil... Considerando que você também não parece gostar deles., conclui, antes de disparar em adjunto dos outros minks.

Curdus se viu novamente sozinho ali, a relva balançando contra a sua pele Negra e quase fazendo cócegas. A lua brilhava o suficiente para que pudesse ver a silhueta dos seres correndo na vegetação, cada momento mais tantos e tantos metros longe do tritão. Mais minks se juntavam um pouco atrás, estes eram os que ficaram encarregados de se livrar dos corpos abatidos no combate.

Ficaria na opção dele, seguir atrás deles e ajudar no que quer que estivessem fazendo (provavelmente resgatando quem os soldados estavam atrás), com uma chance de aliança com Aslam e o seu bando, ou fazer o caminho original e ir na direção da cidade, seguir os próprios planos que o tritão tinha para o seu futuro.


@Curdus
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 Posted: Jul 17 2017, 04:52 AM
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Capitulo 3 – O nome da besta.



Assim como um leão da montanha Aslam mostrou sua imponência e capacidades, mas perto de suas reais intenções isso não era nada. O mesmo poderia não concordar que o tritão era um deles, ate mesmo poderia não querer admitir que o jovem conseguiria lidar com a situação a sua maneira, mais sabia quando podia angariar aliados e talvez por isso deu seu ultimato antes de partir com o seu combio.

As decisões a serem tomada agora eram ainda mais complicadas do que pareciam. Curdus observava momentaneamente o que pretendia fazer, mas antes mesmo que pudesse ir mais a fundo em seus pensamentos lembrou categoricamente de algo: “Não se pode enfrentar inimigos tão poderosos sozinho, eu desejo, mas tenho de compreender minhas limitações. “ e mesmo cerrando seus punhos tão forte que a pele quase chegava a romper Curdus teve de engolir a suas vontades diretas e tentar ajuda no que era possível, quem sabe com isso pudesse enfrentar os inimigos maiores que tanto desolavam aquela ilha.

Os felinos encontravam-se na frente e precisariam ser alcançados e por isso Curdus usou de sua velocidade extrema de impulsão para isso, as panturrilhas como propulsores gerais, as mãos como auxiliares e assim como um animal quadrupede utilizou dessa impulsão dada para tentar alcança-los. Quando próximo o suficiente dos felinos o tritão pronunciou-se – Posso ajudar com uma condição... – Não encontrava-se em posição de fazer exigências, isso era claro, mas era um tritão determinado e por isso o jovem Curdus precisava deixar claro para o homem leão qual era seu objetivo.

E com um olhar determinado o tritão observaria o leão poderoso Aslam e falaria com um tom sincero e justo impregnando em sua forma de agir característica : – ...Você também me ajudará no meu objetivo. – Suas palavras eram claras, ele tinha planos a seguir, mas prometeu proteger aquele povo e por isso não pouparia esforços para conseguir ajudar.

| Post: 08 | Beast Point | Civil | Curdus D. Obliviam


@Muffin
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Muffin me desculpe, post fraco.
Na verdade esse sábado encontrei-me trabalhando muito, tanto que só consegui postar agora pela madrugada de segunda, tendo em vista que o domingo batemos o recorde de movimento no restaurante.
Os posts ficarão mais sólidos, preciso de uma “ oportunidade melhor “.
Mas ate então tenho gostado e muito de sua narração.


This post has been edited by Curdus: Jul 17 2017, 04:54 AM
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