Gray Island Bulba RPG :: Topsites Zonkos - [Zks] ::
versão do sistema: 8.1

Profile
Personal Photo

No Photo

Options
Custom Title
Rainbow doesn't have a custom title currently.
Personal Info
Location: São Paulo
Born: 16 December 2000
Website: No Information
Interests
Doces, doces e doces.
Other Information
Atalho 2: No Information
Atalho 3: No Information
Ficha:: http://rpgonepiece.com.br/index.php?showtopic=4088&st=0&#entry33855
Atalho 1: No Information
Pronome:: N/D
Idade: No Information
Alias: No Information
Statistics
Joined: 12-January 16
Status: (Offline)
Last Seen: Sep 29 2017, 06:24 PM
Local Time: Oct 22 2017, 12:18 PM
111 posts (0.2 per day)
( 0.29% of total forum posts )
Contact Information
AIM No Information
Yahoo No Information
GTalk No Information
MSN No Information
SKYPE No Information
Unread Message Message: Click here
Unread Message Email: Click Here
Signature
View Signature

Rainbow

Agente do Governo

Topics
Posts
Comments
Friends
My Content
Jun 12 2017, 01:44 PM
E começamos aqui, em uma queda livre da ilha do céu da qual Rainbow vivia. Nos braços somente a pá do seu antigo mestre. Nem sabia se trazia alguma coisa nos bolsos, afinal estava tão puta antes de cair que ficara cega quando começou a cavar para encontrar o corpo de seu mentor.

Tentou bater suas asinhas de Skypean, mas era lógico que as asas não fariam efeito algum em uma queda daquelas. No começo, a queda estava até agradável, ela passava por pedaços de nuvens esparsas, quase um fio de algodão doce no ar. Essas nuvens, diferentes daquelas que formavam as ilhas do céu, não seriam suficientes para segurar seu peso.

-Okay....seguindo os meus estudos anteriores de arqueologia, cairei ou no mar ou em terra firme. Qualquer uma das duas opções me fará seguir direto para a morte.

Não demonstrava preocupação alguma. Na verdade, já tinha aceitado seu destino fatídico de morrer.

-Finalmente as portas da morte se abrirão para mim. Cansa ficar cavando covas para os outros e ficar observando os corpos serem enterrados, na maior parte das vezes, por mim.

E então um vento forte a tirou da queda livre por parcos segundos. E veio outro vento mais forte ainda que a atirou para outro lado. Tentou usar suas pequenas asas mais uma vez para pelo menos conseguir cair em linha reta e morrer de uma vez por todas, mas sua tentativa era completamente inútil, como a anterior.

-Vamos deixar que as golfadas de vento me levem para a cova da qual, infelizmente, eu não cavarei.

Bocejou uma vez, duas, três. A queda parecia nunca terminar de fato e Rainbow estava começando a ficar entediada.

-Tá bom gravidade.....vamos fazer seu trabalho um pouco mais depressa....não tenho todo o tempo do mundo, sabia?

Olhou para baixo e ainda não era possível ver nada além de nuvens brancas e esparsas aqui e ali. Ao passar por elas era como se o toque de sua mãe afagasse seu rosto. Mas então a “calmaria” da queda cessou. Os ventos que a jogaram mais cedo eram prenúncio de tempestade. Ao olhar para baixo mais uma vez, ela pôde ver nuvens negras se amontoando, raios, ouvia trovões. Era uma tempestade terrível e ela estava seguindo diretamente para ela.

-Então essa é a grande cova das lendas dos Skypeans? Será que ela vai me aceitar?

Havia uma lenda entre os coveiros de que havia uma cova especial depois da morte para aqueles que ajudavam a cavar covas alheias. Rainbow sempre achou isso ridículo, mas no fundo acreditava um pouco. A tempestade, negra como a noite, ribombando com trovões e com todos aqueles flashes poderia ser descrita como a grande cova. Ela encontraria seu mestre coveiro? Certamente.

No meio da tempestade era praticamente impossível manter um curso de voo. Os raios a assustavam um pouco, apesar de sempre gostar de tempestades, mas estar no meio de uma, em pleno ar não era a mesma coisa de observar de longe. Seu corpo magro era jogado para cá e para lá e apesar da derradeira morte estar bem próxima, ela não se espantava ou se desesperava.

Foi caindo pela tempestade, jogada para lá e para cá como uma bola de ping pong. Um raio foi visto próximo e trovões ribombavam como pipoca em panela quente e em todo lugar. A queda parecia não ter fim.

Resolveu se posicionar, quando dava, com a cabeça para baixo e então, de repente sentiu que tinha entrado em alguma coisa. Parecia nuvem, estaria ela de volta às ilhas do céu? Ela arfou e isso a fez tossir muito. Não eram nuvens, mas tinham o aspecto delas. Tossiu de novo e só então, depois de toda a confusão, percebeu que era água. Estava se afogando. Suas asas não ajudavam em nada quando estavam secas, molhadas então era como se um peso extra tivesse sido adicionado às suas costas.

-Finalmente chegarei do outro lado?

Sua mente estava muito aturdida com tudo que estava acontecendo que ela não conseguia colocar seus conhecimentos arqueológicos adquiridos através dos livros de sua mãe em prática. Era o mar e ela nem se tocava disso. Onde era a superfície? Onde era o fundo? A tempestade negra como a noite mais escura não a deixava se localizar em meio àquela imensidão monstruosa. E então, depois de engolir muita água, ela acaba desmaiando de cansaço. Era seu fim?
May 19 2016, 02:53 PM
Sua missão anterior fora um fracasso, apesar de Ramona achar que tinha sido bem sucedido. Foi designado para ser subordinado de Lamasa, a domadora de aves que atacara o grupo de cientistas em Reina. A saída repentina da ilha, antes de encontrar seu alvo, fora muito estranha e Anjjeperura, pelo menos até o momento, não tivera notícias sobre o motivo do encerramento prematuro da missão.

A única coisa que sabia por enquanto era que estava em um navio a caminho de Ohara, a ilha conhecida por agrupar muitos arqueólogos e intelectuais daquela era. A maior biblioteca do mundo se sediava naquele lugar e isso deixava o ruivo muito animado. O conhecimento que possuía poderia ser aumentado exponencialmente, caso tivesse algum tempo livre para percorrer a cidade e nenhuma missão fosse atribuída ao espadachim.

Os acontecimentos da sua missão anterior vinham à sua mente como um filme. At’Matu, o marinheiro ainda inexperiente, o ajudando na missão e conseguindo assim certa afeição de Anjjeperura e o tritão ferido, que segundo Ramona não existia. Era claro que a CP da qual fazia parte iria interrogar aquele tritão, caso estivesse vivo, e talvez daria um fim nele ou usaria os conhecimentos do engenheiro para desenvolver equipamentos que ajudassem os agentes em suas missões. O tritão era muito valioso, não só pelo conhecimento, mas também pela proximidade que parecia ter com Richard. At conseguira um possível aliado, caso o procurasse e Anjjeperura esperava o mesmo do nazcaniano caso o procurasse no futuro.

Olhou a pequena cabine que tinha uma cama de solteiro, uma pia e um baú onde seus pertences estavam e que fora designada a ele. No momento estava deitado e não tinha certeza de quanto tempo demorariam para chegar em Ohara, então resolveu observar o mar um pouco. Levantou-se, abriu o baú e pegou sua espada, colocando-a em sua cintura e neste momento a espada do tritão surge em sua mente. Uma espada menor que possuía uma bainha que a expelia em velocidade e devido a esta velocidade ela ficava em brasas. Era muito inteligente.

”Preciso de uma lâmina mais curta que a masamune ou ficarei em muita desvantagem em ambientes mais estreitos.”

Já munido de seus parcos pertences (uma masamune e B$270.000), ele sobe até o convés e caminha com tranquilidade até a amurada que existia para evitar que desavisados caíssem ao mar e observa a tênue linha no horizonte se perguntando onde estaria Mischa, aquela arruaceira que ele tinha salvo das garras da morte em Solaria. Gostaria de saber o futuro para ver se a encontraria novamente em algum momento de sua existência.

Voltou sua atenção ao convés do barco, ficando recostado na amurada do navio. Pretendia encontrar Lamasa por ali ou algum de seus pássaros. Nem sabia se sua superiora estaria naquele barco. Na verdade ela nem precisaria estar caso quisesse conversar com Anjjeperura, afinal, ela poderia utilizar um den den mushi ou, mais a cara dela, usar um de seus pássaros para vomitar alguma coisa na mão do ruivo.

Virou um pouco a cabeça e percebeu seus ombros leves, e lembrou-se de Lamasa apertando-os na missão anterior. Pensou que ela o trataria de forma grosseira, mas ela até tinha sido bem agradável, com exceção daquela cara de louca que ela tinha e sua perigosa aproximação da orelha do espadachim. Anjjeperura não gostava nem um pouco de contato físico e estremeceu ao se lembrar disso.

Quando viu um membro da tripulação passar, ele o parou, e educado disse:

-Com licença. Desculpe incomodar, mas eu queria saber onde posso encontrar o jornal no navio. E uma segunda pergunta...falta muito para chegarmos em Ohara?

Sorriu educadamente.
Mar 7 2016, 05:05 PM
As notícias que obtivera do líder da CP4 foram terríveis. Havia uma guerra em curso em Reina e ele, antes de conhecer os ouros membros da CP3, já fora designado para aquele local. Um pássaro no estilo daqueles que entregam jornal deixara uma carta selada para Anjjeperura informando que deveria chegar em Reina o mais rapidamente possível para concluir uma missão da qual teria mais detalhes assim que chegasse.

Deixara Echizen e Thoxenten para trás. Treinara enquanto estavam à caminho de Reina e se sentia mais forte, mas sabia perfeitamente que não era o suficiente. Tinha que ficar muito mais forte. Tinha que conhecer os outros membros da CP3 depois daquela missão. Missão essa da qual ele não tinha muita noção. Segundo as palavras do líder da CP4:

”Você está sendo mandado para Reina porque está mais familiarizado com guerras e pode ser de grande utilidade.”

E Anjjeperura entendeu como:

”Você está sendo enviado à Reina para possivelmente morrer e a culpa da morte do rei de Solaria não recaia sobre a Cipher Pol.”

Não tinha problema quanto a isso. O que Anjjeperura queria mesmo era ajudar a população daquele lugar e tentar fazer pelo menos o mínimo para livrá-los da guerra. O espadachim tinha pleno conhecimento sobre guerras, passara por várias delas e matara centenas de pessoas em nome do rei de Solaria. Isso o deixava muito desgostoso e ele teria que retirar essa mancha de sua reputação antes de conseguir seguir adiante.

Ainda no navio que o levava e que não desembarcou na costa de uma das ilhas de Reina, Anjje sentiu ele diminuir a velocidade e parar. Um dos tripulantes informa à Anjjeperura que estavam perto, mas que preferiam não avançar mais:

-Entendo perfeitamente. Por gentileza me deixem na costa daquela ilha que darei um jeito de chegar na área do conflito. Obrigado.

”Covardes. Devem estar cagando nas calças. Se não paramos a guerra aqui ela pode se espalhar por todo o West Blue e atingir suas famílias. Eles não percebem isso?“

O nobre então foi levado à costa da ilha. Agradeceu o tripulante e viu-o partir mais depressa do que levou Anjje até à costa. O espadachim olha em volta e não havia nenhuma sinal do conflito, por enquanto. Usando sua habilidade de rastreador somada à sua audição aguçada, o ruivo tenta perceber alguma coisa próxima, um rastro, um som, qualquer coisa, antes de poder avançar ilha adentro.
Last Visitors


Oct 7 2017, 04:00 PM




Aug 22 2017, 10:56 PM




Jul 31 2017, 01:24 PM



Comments
No comments posted.
Add Comment

Friends

835 posts
Active: 40 seconds ago


778 posts
Active: 46 minutes ago


2459 posts
Active: Today at 04:36 am


1199 posts
Active: Today at 03:03 am


343 posts
Active: Aug 25 2017, 05:25 AM