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 O Resgate dos Soldados "Revol."
Wednesday
 Posted: Jun 4 2017, 10:08 PM
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Wednesday




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Wednesday is Offline

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Nos afastávamos de Ohara com um grande pesar em nossas mentes, o que todos viam era uma completa destruição e o motivo de tudo isso era simplório e absurdo demais, não dava para aceitar aquilo de jeito algum.
O que houve em Ohara ficaria marcado em minha memória para sempre e algum dia teria retorno, ah se teria....

Era a segunda vez que eu enfrentava esse tal Buster call, a primeira fora naquela Coroa Oceânica.

O que aconteceu lá na Coroa foi algo que também ficaria em minha memória pra sempre. Conheci diversos piratas famosos, reencontrei Ellen e pude ver muitos poderes que me fazia sentir-me impotente, escapava com vida, aliás, quase morto se não fosse por um pirata chamado Ryoran..

O homem-peixe líder daquela tripulação conversava com Edwin e lamentava o que acontecia em Ohara. Ele mencionava alguns nomes que muito provavelmente deveriam ser importantes, fiz questão de grava-los em minha mente.

Tinha muitas coisas que queria perguntar para Samerasu, mas com o decorrer da conversa nós recebemos uma missão e teríamos que nos separar por ali mesmo.

Ele dizia que em Dililo uma célula do exército revolucionário havia sido capturada e nossa missão seria resgata-los.
Ficava um pouco chateado por saber que teria de me separar tão rápido assim deles, esperava que fossemos todos ajudar Rakiro, mas ao mesmo tempo essa missão me empolgava. Ele colocava sua confiança em nós para resgatar alguém do exército revolucionário, minha primeira missão para adentrar a aquela causa teria que ser com sucesso.

Samerasu chamava um subordinado dele, quando ele aparecia pude ver um urso branco muito afetado pelo calor daquele local, ele se desculpava e explicava o porque dele estar escondido dentro do barco, Sam o repreendia um pouco mas logo explicava sua tarefa.

Ele teria que nos comandar para salvar a célula revolucionária presa lá em Dililo.
Não via problema nisso, mas depois que o urso começava a falar eu ficava um pouco preocupado. Ele parecia ser muito inseguro e infantil, fora que tinha um costume estranho de pedir autógrafos para todos que ele conhecia.

Fui pego de surpresa pelo desejo do urso, mas gentilmente pego o papel e uma caneta e escrevo Odin no papel.

- Ah! Oi Alepo! Meu nome é Wednesday, mas pode me chamar de Wed como preferir.

Sam dava seu último aviso antes de se separar de nós, teríamos que ficar perto de Alepo pois ele dizia que Dililo era "uma ilha terrível para humanos".
Não entendi o que ele quis dizer com isso mas comecei a imaginar o que poderia ser.

Depois disso nos despedimos e entramos no barco com Alepo rumando para Dililo.

***Durante o caminho paramos em uma ilha para reabastecer. Entrei em um bar depois de descansar e me deparei com um recado dos revolucionários.
Foi inesperado, mas com todo entusiasmo eu atendi ao chamado.
Nossa missão foi resgatar um prisioneiro revolucionário numa base da marinha. Explodimos aquele local e resgatamos o homem com poderes de cobra. Fui bem recompensado e agora tinha um den den mushi que poderia usar para me comunicar com os revolucionários que estivessem na mesma ilha que eu.

Depois dessa missão Alepo e eu nos reencontramos na mesma ilha. Ele já sabia o que havia acontecido e dizia que aquilo era um teste que haviam me dado.

Não demorou muito para que seguíssemos viagem rumo a Dililo.

Partimos no mesmo barco e não demorou muito para que chegássemos na ilha destino, ela era bem perto de onde estávamos.

Durante o caminho não pude me conter, minha curiosidade pedia para saber aquelas respostas que Sam não podia me dar.

-Alepo, eu queria saber umas coisas que me incomodam. Eu ia perguntar para Samerasu mas a gente se separou logo, então irei te perguntar.

Pode me explicar o que é um buster call exatamente? O que é a Cipher Pol? O que é Rukoushiki? Quem é Nico Olivia? Os poneglyph's o que são? Akumas no mi o que são exatamente? Se que elas dão poderes especiais, mas nada além disso. E sobre Dililo, porque Sam nos alertou sobre essa ilha dizendo para não sairmos de perto de você?

Não esperava que ele soubesse tudo, mas eu tinha que perguntar, eram coisas que acumulei durante minhas viagens e agora que Ohara estava destruída eu não tinha muitas esperanças de saber as respostas.

Nosso barco se aproximava de Dililo e ao longe eu poderia ver que era havia muitas árvores naquela ilha.





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Lalithya
 Posted: Jun 6 2017, 01:55 PM
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Lalithya




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Lalithya is Offline

Piratas




* Agora, sentada na relva de Dililo, Laly procurava se recordar dos detalhes da confusão em Exochi Town, mas tudo não passava de névoa em sua cabeça. A última coisa que Lalithya se lembrava era de estar ao lado de sua nova tripulação se preparando para zarpar da ilha em uma nova aventura:

Enquanto seus amigos cuidavam das provisões para a viagem, Lalithya foi ter uma última vez com o médico do hospital afim de se assegurar que seu tratamento estava sendo seguido a risca¹. Enquanto fazia uma última visita aos enfermos, uma agitação na cidade e um forte cheiro de madeira queimada, entrou pela janela.
Do lado de fora a cidade estava um caos!
Gritos de pânico e dor, tiros e uma espessa fumaça que vinha de algum navio no porto cobrindo a cidade com uma espessa fumaça cinza. Pela primeira vez em muito tempo Lalithya estava em pânico sem saber o que acontecia.

Sair do hospital não era uma opção, a fumaça tornava impossível respirar e enxergar um palmo a frente e, como se tudo isso não bastasse, oficiais da marinha corriam de um lado para o outro nas rua aos berros.

"Os mortos estão se erguendo das tumbas!"
" Procurem o tesouro!"
" Enforquem os culpados!"
"O navio esta em chamas!"²


Milhares de vozes gritavam em uníssono sendo impossível compreender o que de fato acontecia lá fora.
Quando Laly estava pronta a correr em direção do porto e ajudar os companheiros, uma forte pancada a fez tombar inconsciente no chão. *

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- "Considere isso a troca pelas vidas que salvou...." disse ele. Tsc! Muita compaixão.

* Lalithya fungava. A médica estava irada por sua própria inabilidade de açoitar o desgraçado que a "salvou" de caos de Exochi Town... mas, o fato é que, se não fosse Luke³, Lalithya provavelmente estaria morta ou presa em alguma masmorra da marinha:

Quando finalmente acordou da pancada no hospital, a médica estava seguindo viagem no convés de um navio cuja tripulação recebeu ordens severas de a deixar em qualquer lugar de sua rota, independente de onde e como desde que viva e com todo seu equipamento. *

-Quanta bondade...tenho que me lembre de agradecer apropriadamente um dia a generosidade do maldito.

*Apesar de estar intacta, sem nenhum arranhão, a bondade de Luke ilustravam bem o caráter pilantra e traiçoeiro do homem que ele é: Laly foi acorrentada a um coleira de metal e lançada ao mar assim que o navio se aproximou da costa de Dililo, obrigando-a a nadar até a praia.
Era evidente que, na cabeça de Luke, ele estava pagando sua dívida em deixar a médica viva seguir seu caminho...mas não iria facilitar nem um pouco que ela sobrevivesse sozinha. Lalithya foi praticamente "largada e pelada" numa ilha que parecia uma selva para sobreviver sozinha, sem comida ou companhia.*

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Sozinha, Laly tinha uma vaga ideia de onde estava. Dililo era famosa na história da médica que sempre teve curiosidade nas espécimes que ali viviam. As história que ouvira a respeito da ilha eram fascinantes mas, também, aterrorizantes. Não era bom um humano seguir sozinho e sem rumo por aquela Ilha...principalmente uma bela espécime feminina como Lalithya, e a médica tinha consciência disso.

Ainda bolando um plano, Laly pega suas coisas e segue por uma trilha em meio as folhas, não fazia ideia de para onde estava indo, mas sabia que seguir uma trilha poderia leva-la a uma vila ou.... com muito azar, ao covil de monstros devoradores de belas médicas branquelas.


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Os últimos acontecimentos de Lalithya se passaram nas aventuras The Dawn of Battle e The Terrible Children I

¹ Após se juntarem a tripulação de Tyron, Amber e Laly foram para Exochi Town onde encontram uma cidade em alerta por uma estranha praga.

² A tripulação descobre que a praga fora criada por marinheiros corruptos que pretendiam fazer da ilha seu esconderijo de tesouros e assustavam os aldeões para que se afastassem dos tesouros.  Em meio a essas descobertas, alguns marinheiros e parte do tesouro da marinha corrupta, foram enterrados por Laly. No fim da aventura, tanto os marinheiros enterrados quando o tesouro, desapareceram.

³Luke é um aldeão temperamental que desde o começo da aventura não confiava na tripulação de Tyron. Mesmo quando Laly entregou a cura para a praga na vila, Luke parecia indiferente ao destino dos piratas.


This post has been edited by Lalithya: Jun 6 2017, 09:18 PM

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Kcyan
 Posted: Jun 6 2017, 02:36 PM
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Kcyan




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Kcyan is Offline

Narrador




Estava encostado na borda-falsa do navio, sentado; joelhos encolhidos, cabisbaixo, com uma mão na lateral da cabeça afagando meus cabelos; fazia da minha cabeça um pêndulo que negava vagarosamente a realidade, desgastado, quase que quebrado.

Em meus olhos acentuavam-se olheiras de noites mal dormidas, nas quais acordei incontáveis vezes após ver aquelas imensas labaredas de fogo adotarem tons negros e as folhas da Árvore caírem murchas e decrépitas, tornando-se algo que me afogava cada vez mais, quanto mais eu lutava; os gritos incessantes não paravam em minha mente¹


¹ O Edwin está absorto, angustiado e alheio ao que está acontecendo.

Você devia ter nos ajudado.

Você devia ter feito algo. Você podia!

Você devia ter salvo vidas. Que tipo de médico é você?

Você devia ter salvo a minha filha! A minha amada filha!

Você devia ter me salvado! O que fiz para me abandonar assim?

Você devia ter salvo a minha família! Não é isso que você era para fazer?

Você dev...

BASTA! ... - gritei.

Basta...

basta... por favor - esmaeci.

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Nenhuma, nenhuma se quer, experiência com a morte poderia suprir aquela angústia que sentia. Que toda a calma do mundo me pertencesse quando exercendo minha função, por mais grande que fosse a responsabilidade, mas nada se comparava ao profundo vazio que me assolava.

Salvar as pessoas... salvar o mundo... já não achava mais o sentido nestas palavras.

Talvez... talvez eu devesse deixar estas ilusões de lado.


Spoiler
@Carmichael Obrigado por nos narrar novamente! E parece que meu personagem vai ter tempos difíceis daqui para frente, conto com você para desenvolvê-lo o/
EDWIN SMITH



This post has been edited by Kcyan: Jun 6 2017, 02:40 PM
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Carmichael
 Posted: Jun 9 2017, 12:48 PM
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Carmichael




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RISE OF THE DRAGON
Odin e Edwin

Após desvios de última hora e missões paralelas, Odin enfim se reunia com seu fiel escudeiro, Edwin, rumo a Dililo. Obviamente Alepo os acompanhava. Era noite, e o mink estava dentro da “casinha” do pequeno bote, fazendo uma refeição um tanto quanto apetitosa. O estômago do bárbaro despertava ao ver a carne sendo feita na brasa, mesmo Edwin que enfrentava um momento de reflexão, também sentia o cheiro.

- Você faz muitas perguntas, dana. O jantar está quase pronto, você pode aguardar um pouco lá fora? – Alepo não era versado apenas na navegação, ele era também um exímio cozinheiro. Naturalmente o mink não queria ninguém o incomodando naquele momento, afinal, arte estava sendo criada, e para um cozinheiro não havia nada mais importante que o prato em desenvolvimento.

Lá fora, Odin via que o seu amigo estava abatido. As olheiras de Edwin mostravam uma falta de descanso prolongada, e com razão. Saber que Ohara tinha sido destruída não era fácil, e como se isso não bastasse o Governo Mundial referia-se ao povo de lá como verdadeiros demônios. No entanto, apesar de todo o sentimento de imponência, os rapazes enfim avistavam a ilha.

Dililo não tinha muito o que mostrar a princípio, a não ser uma floresta com uma vegetação densa, e árvores de copas altas, entretanto, em meio a uma escuridão que parecia ser sem fim, eles enxergavam luzes, centenas delas. Nesse momento Alepo saiu da cozinha trazendo uma bandeja com a comida, cerveja, e copos. Ele colocou tudo em uma pequena mesinha com cadeiras, e começou a se servir.


- Sobre as suas perguntas dana, eu não sei de todas, mas posso responder algumas. – Havia carne no osso, batata palha, macarrão, feijões, legumes, e por fim uma massa gratinada feita de queijo com carne picada. O mink devorava um pedaço de carne bebericando o copo de cerveja ocasionalmente. Com pouco tempo de convivência, Odin e Edwin tinham notado que tudo para Alepo funcionava em seu próprio tempo, nem muito devagar, nem muito rápido.

- O buster call é algo que só pode ser utilizado por um almirante, mas ele pode delegar esse poder para outra pessoa. Dizem que independentemente do local onde você o acione, cinco Vice-Almirantes irão aparecer com dez navios de guerra, e destruirá tudo pelo seu caminho. – O mink mastigava empolgado chegando a falar em alguns momentos com a boca cheia. Entretanto Odin tinha muitas perguntas, e Alepo não estava muito interessado em respondê-las, pelo menos não agora.

- Algumas delas eu dificilmente seria capaz de explicá-lo, mas por enquanto apenas aprecie a refeição. O que você achou da comida, hein hein? Nós da tribo dos minks não comemos carne de animais com pelos. Essa carne aqui é de jacaré, é muito saborosa, prove prove, você também Edwin dana. Alepo sente muito pelo o que aconteceu a Ohara.

Lalithya

Enquanto isso na floresta, Lalithya achava uma trilha bem desgastada. Ora se apagava terminando em uma parte, ora continuava em um sentido oposto. Com o anoitecer, a garota tinha extrema dificuldade em ver um palmo a sua frente. As árvores naquela região eram especialmente largas, e suas copas altas peneiravam a luz da lua deixando tudo muito escuro.

Instintivamente a médica sabia que caminhar sem muita cautela, e a essa hora da noite, a tornaria uma presa fácil para animais selvagens. Por trás dos arbustos, ela enxergava vários olhos a observando. Alguns eram amarelos, grandes e arredondados, outros eram felinos e vermelhos. Ela sentiu algo roçar na sua perna, e ao olhar para baixo viu que uma cobra tinha acabado de passar entrando mato adentro.

Aos poucos a fome e a sede foram se tornando um problema. Após um bom tempo de caminhada, e tendo sua locomoção reduzida devido a dificuldade do terreno, a moça começava a sentir as suas forças se exaurindo. Suas pernas possuíam cortes leves devido a galhos e espinhos encontrados durante o caminho.

A esperança de encontrar qualquer civilização minguava lentamente, até que de repente a moça escutou um barulho. Ela reconheceu um tambor, em seguida várias batucadas. Seguindo nessa direção a médica podia ver ao longe, em meio as árvores, uma clareira emitindo uma luz dourada. O barulho foi ficando maior, e dessa vez acompanhado de gritos irreconhecíveis.


Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!
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Lalithya
 Posted: Jun 12 2017, 10:02 PM
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Lalithya




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Lalithya is Offline

Piratas




Emburrada a médica seguia caminho por entre emaranhados de espinhos e arbustos grosseiros. A trilha ora se apagava e ora continuava rumo cada vez mais se embrenhando por entre folhagens fechadas.
O cansaço começava a aparecer e a barriga da médica a se manifestar rugindo como uma fera revoltada. Lalithya continuava a caminhar resmungando continuamente sobre a sua "sorte" naquele mundo.

Enquanto caminhava a médica aproveitava de sua habilidade como herbalista para procurar por folhas e frutos que pudesse mastigar para disfarçar a fome. Naquela ilha estranha muitas ervas eram desconhecidas para a médica que começava a perder as esperanças em sua caminhada.
Em certo ponto de sua caminhada a médica encontra um arbusto com pequenas frutas vermelhas: *

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-Ou isto vai me saciar por algum tempo ou vai me fazer ver fadas e gnomos por toda a parte.....

*Dizia enquanto apanhava algumas frutinhas vermelhas e as esfregava entre os dedos.
Antes que pudesse comer as frutas recém descobertas, Laly escuta um som familiar de vozes vindo de algum ponto não muito distante de onde estava. *

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-... poderosas vocês...eu nem mesmo cheguei a comer e já escuto vozes....

*Após o gracejo a médica caminha até as vozes com bastante cautela e se esconde atrás de um arbusto imóvel para poder ver o que acontecia naquela clareira. *


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•Herbalismo (1PE para Químicos): Um especialista em vegetais e ervas, seu conhecimento lhe permite compreender diversas selvas e florestas, identificar plantas úteis ou nocivas, ou cultiva-las.
→ Benefício: Interpretativo; Permite encontrar matérias-primas vegetais para fabricação de itens químicos em qualquer ambiente, além de identificar vegetais comestíveis. Sabe também plantar e cuidar de plantações. Permite fabricar "Pastas de Cura", venenos e antídotos nível 1. Químicos com esse aprimoramento aumentam em +1 o nível máximo de Venenos e Antídotos.

• Furtividade (1PE) (Racial): Capacidade de caminhar sem ser percebido, seja sob a luz ou nas sombras (que obviamente é um trabalho mais fácil), podendo se aproximar de alvos com mais facilidade. Combinável com "Invisibilidade".
→ Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +2 em testes de Furtividade.

• Invisibilidade (2PE):Você pode ficar invisível (não literalmente, apenas tem uma alta habilidade de sumir de vista). Fora de um combate, pode usar esta habilidade durante quanto tempo desejar contanto que permaneça praticamente imóvel. Durante um combate, pode se manter invisível apenas situacionalmente, de acordo com que o mestre julgar possível.
→ Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +4 nos testes de Furtividade.

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Wednesday
 Posted: Jun 13 2017, 07:56 PM
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Wednesday




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Wednesday is Offline

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Me dirigia ao bestial Urso Polar e fazia aquelas perguntas que me incomodavam tanto, não esperava que ele respondesse tudo, mas também não esperava que ele recusasse responder tão cedo.

Apesar disso eu compreendia que seu processo de cozinhar requeria espaço e privacidade, ele parecia muito concentrado quando estava cozinhando, apenas deixei ele terminando seu trabalho e me dirigi até Edwin.

O médico parecia bem abatido com tudo aquilo, não imaginava que a destruição de Ohara poderia afetar tanto ele. Me aproximo dele e puxo alguma conversa.

- Oi Edwin, você não parece bem, é por causa de Ohara?

- Bom, nos conhecemos de uma maneira bem estranha, acredito que você tem uma impressão errada sobre mim. Não sou tão bruto e mal educado como eu estava sendo lá em Ohara rs. Só estava tendo um mal dia. Enfim, agora estamos com os revolucionários, tem certeza que esse é seu lugar no mundo?

Ouviria as respostas de meu companheiro com a devida atenção.

Não demorava muito para que Alepo surgisse com nosso jantar. Os pratos tinham uma ótima aparência e haviam diversas coisas deliciosas, quando vi aquilo não pude conter um pequeno fio de baba que escorria do canto de minha boca.

Nosso cozinheiro logo começava a me responder sobre o que eu havia perguntado antes e eu ouvia com muita atenção.
Ficava surpreso com as informações que ele me passava sobre esse maldito buster call. Não acreditava que havia escapado de dois ataques deste porte com vida, eu definitivamente tinha sorte.

Alepo fugia de algumas perguntas mas nos sugeria apreciar a comida, o que fiz com prazer.

Ei Alepo, essa comida está deliciosa!! Adorei essa massa com queijo. A cerveja também está nos trinques! haha! Vamos brindar pessoal!!

Levantando o copo de cerveja eu sugiro um brinde com todos ali presentes.

- Viva la Revolución!

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Kcyan
 Posted: Jun 13 2017, 10:37 PM
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Kcyan




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O tempo parecia passar mais devagar em minha mente. Não, eu tenho quase certeza que ele passa; letárgico, em um entorpe feito especialmente para me afetar; para me punir.

Uma punição merecida, e ainda tão pouca quando comparado a todas as pessoas que havíamos deixado ali. Uma punição... respirei fundo. Sentia o cheiro de carne, um aroma idílico e confortante, que me fazia lembrar que além das noites mal dormidas, eu também havia me alimentado muito mal. A minha barriga roncava enquanto eu a apertava, talvez o estresse aumentasse esta minha dor - efeitos biológicos que provavelmente só eu entendia ali.

Não estava muito animado para uma refeição, nem no clima de compartilhá-la com meus companheiros, por mais egoísta que soe. Mesmo assim, me via na necessidade e me dei a pegar um prato e um copo de cerveja. "Álcool, a cura dos doentes e o mal das pessoas saudáveis" - pensei, vendo o copo tremer em minha mão. Uma analogia errada em vários níveis, mas mesmo assim, me dei a beber.

Deixei a carne de lado por um bom tempo, só depois comendo-a, já fria. "Animais que comem animais..." - pensava de forma tediosa e aleatória, era curioso esta cultura dos minks e pra lá de interessante. Mas mesmo assim, eu ainda não conseguia me animar com isso. "Bem... não é muito diferente conosco"

Mordia os lábios, consumindo aquele carne já fria, e ainda sim gostosa. Escutava pedaços da conversa de Alepo e Odin, que entravam ocasionalmente em minha mente em algumas palavras avulsas. Entretanto, foi nelas que me prendi e atentei-me. "Bustercall... cinco vice-almirantes... dez navios de guerra..." - as coisas se conectavam em minha mente. Isto era um tremendo absurdo, um contigente feito para a guerra... para exterminar...

Mais uma vez, percebia que não podia fazer nada. Porem, agora era diferente; pelo menos, um pouco. Ainda me culpava por ter sido tão apático, mas sabia que pouco poderia ter feito - nenhuma ação minha poderia impedir aquela armada de guerra. Foram feitos para destruir, não deixar rastros - mas não haviam sido bem sucedidos nisso, a verdade ainda estava viva, e estava prestes a atracar em Dililo.

Respirei aliviado, pelo menos uma vez, a minha única durante esta viagem. O mundo continuava sendo o mesmo, injusto, sádico e peverso. Todavia, bem me lembrava daquelas palavras, o tempo também cura - e ele não só pune.

Com um sorriso torto, me dei a olhar para Odin — Sim, é o que eu quero e espero que seja. Não guarde mágoias, eu apenas não achei adequado, não é como o condenasse por proteger a sua vida. - participando do brinde erguendo meu corpo e bebendo-o com Wednesday - ninguém precisava saber que estava vazio. "Droga, álcool faz mal para o fígado". ´Lá no fundo eu sabia, ainda me haviam esperanças.


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EDWIN SMITH



This post has been edited by Kcyan: Jun 15 2017, 02:54 AM
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Nito
 Posted: Jun 14 2017, 10:37 PM
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Nito




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Estagiário




Há alguns metros das docas de Dililo, uma pequena sombra surge na água. Conforme a sombra se aproxima da terra a primeira coisa que emerge é um chapéu e, logo em seguida, um bico de pato. Um criatura pequena e pouco comum sai da água às pressas, correndo para debaixo das docas e se escondendo atrás das estacas de madeira que sustentavam os trapiches do porto de Dililo. Com bico de pato, pelo de cachorro molhado e esverdeado da cor do mar, mãos e pés com membranas entre os dedos, como as de um Tritão, e cauda de castor, a pequena criatura tentava ocultar sua presença puxando o chapéu para a frente de sua face. "Espero que ninguém tenha me visto sair..." Era Nito Rinko, o Mink Ornitorrinco que chegar em Dililo ao fugir de um barco cuja tripulação, apesar de ter ajudado o bestial híbrido, não conseguia evitar certo tipo de preconceito em relação a sua exótica natureza.

Após muitos anos sendo acolhido por todos os grupos e raças sem nunca encontrar um lugar que o aceitasse de verdade, Nito enfim decidiu que era hora de escolher seu próprio caminho. Enquanto o barco que o trouxe até ali margeava Dililo em sua rota para Akihabara, a tripulação ficou inquieta e preocupada. Mesmo sem saber o motivo, o Mink entendeu que era a oportunidade perfeito de deixar aquele grupo para trás. Ele pulou no mar discretamente e nadou discretamente até chegar em terra. "Agora não tem mais volta. Talvez eles até achem estranho eu sumir do nada, mas fazer o que... Eu sou a definição perfeita de estranho!"

- Girigirigirigirigirigirigi!

O som do bico de pato tremulando que escapa de Nito e soava mais como um grasnido desajeitado era, na verdade, uma risada cheia de ironia e nervosismo ao lembrar de sua fuga apressada pelo mar. "Bom, é hora de seguir em frente!" Observando de longe o navio que o trouxe até ali, Nito respira fundo e enfim dá as costas ao mar. Com passos discretos e confiantes, na tentativa de não levantar suspeita, segue em direção ao interior da ilha. Logo que começa a se aproximar da movimentação de pessoas, os olhos do ornitorrinco se arregalam com o que vê: um porto repleto de Tritões e Minks. Nem mesmo o introvertido Mink consegue segurar seu bico.

- Uau! Quem diria que encontraria esse bando de besta em pleno West Blue!

QUOTE (OFF)
Fala pessoal!

À convite do Wednesday, estou ingressando o grupo de vocês! O personagem é novo e ainda estou me acostumando com ele, mas espero que eu possa acrescentar à diversão de vocês.


This post has been edited by Didi: Jun 14 2017, 11:29 PM

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"Pensamentos."
- Fala e sons!
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Sorata
 Posted: Jun 24 2017, 09:07 PM
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Sorata




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Sorata is Offline

Narrador




O resgate dos soldados revolucionários - 01
Perguntas & Discussão &

Odin e Edwin

Saúde! - Alepo dizia, brindando com a dupla de humanos. O trio passou algum tempo em silêncio, onde o único som que escutavam eram suas bocas degustando a comida e o som do mar quando ocasionalmente alguma pequena onda batia no casco. No entanto, nada digno de atenção.

Dez ou quinze minutos depois, o o grupo de revolucionários conseguia ver a ilha onde deveriam desembarcar: Dililo. Apesar disso, Alepo sequer se pronunciava sobre isso. Continuava focado em sua própria comida e na reação dos dois humanos enquanto eles degustavam sua arte.

Chegaremos em breve. Vocês tem alguma dúvida sobre essa ilha? - O mink perguntou, a empolgação aos poucos sendo substituída por uma calma que de alguma forma parecia estranha aos humanos. Ele olhava para os dois, fixando seu olhar por mais tempo em Edwin...

Lalithya:

A médica se aproximava dos sons, que aos poucos iam se tornando cada vez mais distinguíveis: Eram pessoas discutindo. Se aproximou com cautela, escondendo-se atrás de um arbusto enquanto espiava o grupo: O pouco que sabia da ilha era o suficiente para manter sua precaução ao máximo.

Uma fogueira estava acesa no centro, e em torno delas vários minks discutiam. Laly conseguia ver todo tipo de mink ali, coelhos, cachorros, gatos, e até mesmo um mink onça, embora esse fosse estranhamente menor que os outros e parecesse mais simpático que os outros.

Devemos matá-lo!

É, e comer a carne dele depois!

Não! Ele parece ser um bom humano! - O mink onça falava, e sua voz tinha o mesmo timbre que a de uma criança.

Chega! - Um mink coruja (link) gritava, calando a boca de todos instantaneamente. Quem quer que fosse, parecia ter algum nível de autoridade ali. - Ele é meu convidado/prisioneiro, e eu lido com ele! - Sua fala era acelerada, de forma que se não prestasse bastante atenção a médica poderia ficar sem entender o que ele dizia. Apesar disso, os minks não pareciam ter dificuldades de entendê-lo.

Ao olhar para a esquerda, Laly percebeu algo peculiar: Um humano (link) - com os braços e pernas amarrados se arrastando no chão, para longe do grupo de minks e para perto de um arbusto. Se desse a volta a médica poderia ajudá-lo. A noite e a discussão acalorada eram suas aliadas. Mas será que valia a pena o (mínimo) risco?

Nito Rinco:

Nito percebia que apesar do porto cheio de tritões e minks, a maioria carregava consigo um semblante fechado, mas ao observar com um pouco mais de atenção notava que eles estavam apenas cansados. Ainda assim, eles transportavam caixas e conversavam sobre negócios e a situação da ilha de forma acalorada. Pareciam estar acostumados a trabalhar no turno da noite, apesar de tudo.

Ele pensou em se aproximar, no entanto hesitou quando o grupo de tritões e minks se viraram para o barco dos piratas que tinham dado carona para Nito. Eles se aproximavam cada vez mais do porto, e estavam prestes a ancorar. Os tritões/minks rapidamente corriam até lá, suas expressões deixavam claro que não gostaram dos recém-chegados. Talvez uma batalha fosse eclodir ali?

Nito poderia tentar intervir, ficar ali observando ou poderia adentrar mais a fundo na ilha...



OFF:

Eaê galera, serei o novo narrador de vocês!

Espero que gostem da minha narração o/
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Wednesday
 Posted: Jun 25 2017, 11:08 AM
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Wednesday




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Wednesday is Offline

Narrador




A refeição era tão gostosa que todos nós mergulhamos nos sabores dela e focamos todos nos esforços em acabar aquela refeição deliciosa.
Ninguém quis conversar mais nada, nosso foco estava em comer!

Terminada a refeição pude notar um silêncio que se tornava perturbador. Eu estava apreensivo com tudo aquilo que acontecia, foi tudo tão rápido que ainda não tinha caído a ficha completamente de todos os fatos..
Apesar disso me mantive em silêncio e refleti sobre os acontecimentos, a causa revolucionária era minha esperança neste momento para poder encontrar poneglyph's e estuda-los.

Tinha que descobrir o real motivo do governo mundial tentar esconder a todo custo o passado, alguma coisa fedia nisso aí e com certeza era prejudicial a imagem do governo.
Talvez os poneglyph's mostrassem a história podre desta instituição de merda, quem sabe fosse até pior do que é hoje em dia...

Estávamos bem perto da ilha e logo iríamos desembarcar, Alepo então se vira para gente e pergunta se temos alguma dúvida sobre a ilha.

- Bom, o Samerasu nos disse para não sair de perto de você pois essa ilha é terrível para humanos... Pensei se de algum modo essa ilha é populada por bestiais igual a você e Samerasu.

Pensando bem, Samerasu disse que havia algum membro revolucionário que havia sido capturado nessa ilha. Talvez fosse algum humano capturado pelos nativos e isso explicaria o Sam. ter nos dito para nãos sair de perto do único bestial do grupo.

- Ah. Me surgiu outra dúvida, o revolucionário preso é humano? E temos algum plano para resgata-lo?

Por toda a viagem nem falamos do resgate desse ser, parecia que ali era hora de termos mais informações para não irmos cegamente ao resgate.

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Nito
 Posted: Jun 25 2017, 04:39 PM
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Nito




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Um segundo olhar para o cenário que encontrou em Dililo trouxe diversas memórias a Nito. Eram lembranças de quando não conseguia escapar dos bullying em Zou e acabava sendo lançado ao mar, perdendo o dia inteiro escalando a perna do elefante colossal e, ao voltar para a cidade, se deparava com o "turno da noite" na ilha dos Minks. "O estranho é que eu sempre fui uma criatura noturna, mas nunca me perguntaram seu eu preferia o dia ou a noite... Simplesmente me obrigaram à ir pra escola de manhã, porque eu parecia 'inocente demais' pra ser noturno! Se bem que ver aquelas pessoas começando o expediente enquanto eu podia ir pra casa dormir após um dia exaustivo era como uma vingancinha pessoal contra Zou!"

- Girigirigi!

O híbrido não pôde evitar uma risada quase maléfica lhe escapar o bico. Mas que diferença tinha? Seu riso sempre soava como um grasnido esquisito. "Bom, a diferença é que agora eu não posso ir dormir... Nem casa eu tenho, aliás! Preciso dar um jeito de me sustentar, senão meu 'caminho alternativo' vai ser bem curto." Essa questão perturbava Nito há algum tempo, desde que percebeu que nunca seria plenamente aceito em nenhum grupo. Como um pequeno Mink ornitorrinco sobrevive em um mundo hostil, quando a única coisa que ele sabe fazer é lutar? "Pelo menos eu sei fazer isso bem. Não tem Mink, Tritão ou Humano que eu não possa chutar a bunda!" Repentinamente todos se voltam para o mar. Alguns olhando na direção de Nito. "Calma aí, eu não falei que podia chutar a bunda de todo mundo em voz alta, né?!" O híbrido sente sua espinha gelar diante da possibilidade de ter se enfiado em uma enrascada. Instintivamente, o ornitorrinco olha para trás, procurando um lugar para se esconder. É quando ele vê o navio que lhe dera carona se aproximar e então tudo se resolveu. Ou não.

- Gulp!

"O que eles estão fazendo aqui? Será que já perceberam que eu fugi? Sério que eles se preocupariam em voltar por mim?" Será que eles R-E-A-L-M-E-N-T-E se importam comigo?" Por um segundo, Nito se viu em profunda introspecção. Mas seu subconsciente lhe deu a resposta. Ele começa a andar apressado para dentro da cidade, puxando seu chapéu para a frente e mantendo a cabeça levemente abaixada, como que tentando esconder seu bico. Ainda sim, via exatamente o caminho que fazia graças à sua visão noturna natural e tentava ser o mais esguio possível, para não chamar a atenção. "Eu é que não vou ficar aqui pra ver esses caras tentarem me capturar pra vender pro circo. Esses piratas são todos iguais!" Assim, o ornitorrinco adentra mais fundo à ilha, tentando passar desapercebido pelo tumulto que se iniciava no cais. Seus olhos procuravam pelos caminhos mais estreitos e ermos, onde ele pudesse ser logo perdido de vista.

Spoiler
Visão noturna (RACIAL): Por algum motivo, você nasceu com o dom de enxergar parcialmente no escuro. Sua visão não é ótima, mas permite que enxergue bem melhor que a maioria das criaturas. Podendo definir até 50% do ambiente.
Benefício: Permite enxergar perfeitamente em escuridão parcial e parcialmente em escuridão total, não sendo possível enxergar em cores no segundo caso.

QUOTE
Bem-vindo Sorata! Obrigado por assumir nossa aventura.
Esse personagem é novo e ainda estou me acostumando com ele. Também estou testando um estilo de narrativa diferente, meio que um diálogo entre narrador e personagem. Portanto se tiver conselhos, críticas ou mesmo sugestões sobre qualquer coisa, estou totalmente aberto a elas!
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Kcyan
 Posted: Jun 26 2017, 07:49 PM
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Kcyan




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O movimento das ondas parecia sutil, se eu prestasse atenção conseguia senti-lo com facilidade sob meus pés. Aquele profundo cerúleo do mar parecia algo etéreo, ainda estava me acostumando a ter uma visão destas todos os dias.

Havia me decidido que remoer o passado não era uma solução saudável. Na verdade, se quer era uma solução, era um atraso. Algo que eu não podia me dar o luxo de ter. Precisava ficar forte, estava acompanhando Odin, não podia ser apenas um fardo para ele. É claro, mesmo que eu não lutasse ainda teria a serventia de minhas habilidades. No entanto, não seria a mesma coisa. Podia sentir em meu âmago que Dililo seria algo diferente. Rakiro era um grande guerreiro, eu não era páreo para ele; se quer com Odin, pelo que havia notado, e mesmo assim ele estava em uma situação daquelas. Quem dirá nós? O meu dezazo não podia ser um impencílio.

O breve momento de silêncio me servira para uma última reflexão a despeito do meu estado. Por fim, havia chegado a uma conclusão. Viveria de momentos. Sim, momentos. Aproveitaria-os com intensidade, assim não teria nada a me arrepender. Pelo menos, era o que achava.

A comida de Alepo estava uma delicia! De verdade! É claro, havia deixado-a esfriar, mas mesmo assim, podia sentir seu gosto sutil encher-me a boca. Sabia que havia sido preparado com muito cuidado e fazia questão de expressar minha gratidão por seus esforços em meu rosto contente, com uma imensa satisfação em meu semblante — Se tivessemos tempo, eu adoraria repetir! - falaria, animado.

Ainda estava um tanto melancólico por dentro, com alguma tristeza - algo que me faltava. Ohara havia sido deixada para trás. E eu bem sabia que jamais teria um canto para chamar de lar novamente. Todas aquelas memórias... agora residiam unicamente em minha mente. Mas sabe, acho que é o suficiente. Enquanto eu continuar a olhar para a frente, andando sem hesitar, nenhuma tragédia do passado poderá me abalar. Assim espero...

Todavia, era hora de olhar para o presente. Alepo. Quase que não respondia a sua pergunta, balançando a minha cabeça e piscando meus olhos; recobrando-me a realidade — Sim, sim, é claro! - pensei bem no que perguntar; havia ignorado algumas coisas que haviam sido ditas, mas não queria deixar perceptível a minha displicência. Escutava bem o que Odin tinha a falar, ainda bem que ele havia retomado o assunto! Assim, deixei-o falar primeiro — É isso que o Odin disse, temos algum plano? Aliás, você pode nos contar mais sobre a história da ilha? E também tem a questão da Lily, a garotinha.... onde ela está? - perguntaria.

Dililo seria um grande desafio, o maior em minha vida. Havia Lily, a quem devíamos proteger, além de nós mesmos, um ambiente selvagem e completamente novo, Corvos gigantes e guerreiros tão fortes quanto Rakiro... Tomava um grande suspiro, esperava ter sorte o suficiente para sair dali vivo.


Spoiler
Yo, espero que tenhamos uma boa aventura sim! Vamos lá =D @Lilithya
EDWIN SMITH

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Lalithya
 Posted: Jun 28 2017, 11:37 PM
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Lalithya




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* Se aproximando com cautela Laly pode ver uma fogueira rodeada por minks de diferentes raças. Os gerais discutiam a respeito de um prisioneiro amarrado e que se arrastava para perto de um arbusto.

A médica se via em um dilema: ajudar o humano e correr o risco de ser capturada ou se juntar aos minks e virar uma canibal. A segunda opção parecia a mais satisfatória naquele momento mas aquilo seria agir pelo estômago e não pelo cérebro.

Após ponderar alguns instantes Lalithya se arrastou lentamente e furtivamente até atrás da moita do prisioneiro e usando sua adaga iria tentar afrouxar as cordas o suficiente para que o homem se virasse. *


QUOTE

• Furtividade (1PE) (Racial): Capacidade de caminhar sem ser percebido, seja sob a luz ou nas sombras (que obviamente é um trabalho mais fácil), podendo se aproximar de alvos com mais facilidade. Combinável com "Invisibilidade".
→ Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +2 em testes de Furtividade.

• Invisibilidade (2PE):Você pode ficar invisível (não literalmente, apenas tem uma alta habilidade de sumir de vista). Fora de um combate, pode usar esta habilidade durante quanto tempo desejar contanto que permaneça praticamente imóvel. Durante um combate, pode se manter invisível apenas situacionalmente, de acordo com que o mestre julgar possível.
→ Benefício: Interpretativo; Concede um bônus +4 nos testes de Furtividade.

- Tactical Knife: (imagem)
Uma pequena faca, de tamanho reduzido mas capaz de causar profundos cortes.
Classe: Comum
Bonus: +3 de Dano
Custo:500.000

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Sorata
 Posted: Jul 3 2017, 11:42 PM
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Sorata




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O resgate dos soldados revolucionários - 02
História & Enrascada & Invisível?

Odin e Edwin

Que bom que gostou! Eu adoraria fazer mais para vocês depois! - Alepo respondia feliz ao elogio de Edwin. Inclusive parecia que ia levantar, mas as perguntas feitas pela dupla o forçaram a se manter sentado.

Bem, Dilido é uma ilha complicada pra humanos... -Ele coçava o queixo, como que procurando as palavras certas para dizer. - Ela é habitada por minks e tritões, e é conhecida por ter um preconceito considerável por humanos. "Considerável" aqui sendo usada com muito eufemismo - O urso polar bufava após sua fala, parecendo um pouco pensativo por alguns segundos. Se estava refletindo sobre os costumes da ilha, sobre como seria a missão ou qualquer outro assunto, nenhum dos dois aspirantes a revolucionários saberia dizer.

Vamos encontrar um tritão chamado "Gran D. Colosso". Ele concordou em nos ajudar por um preço. Vai nos dizer onde nosso agente está e cuidar do nosso barco até voltarmos. - O mink colocava a pata direita nas costas, pegando algo de suas costas e lançando na frente da dupla, que agora podia ver que se tratava de um saco cheio de berries. Devia ter uma quantia considerável ali, o que indicava o valor do revolucionário capturado.

É um humano chamado Sothe. Ele é um excelente espião e ladino, mas é um pouco cabeça dura e idiota... em vários sentidos da palavra. - Alepo soltava algumas risadas com a última fala. Alguma piada interna talvez? Bem, não importava. O navio estava se aproximando cada vez mais da ilha.

O vento auxiliou o pequeno barco, e aproximadamente quinze minutos depois o trio atracava próximo a ilha. Não havia porto, e por isso tiveram de atracar na praia. Lá, um pequeno tritão acenava para o trio, pedindo para se aproximarem. Não parecia haver mais ninguém a vista.

Odin e Edwin escolheriam tomar a dianteira naquela negociação, ou deixariam o trabalho para Alepo?

Lalithya:

Apesar de sua cabeça dizer que aquela não era a escolha mais lógica, seu estômago falava mais alto naquele momento. A médica era furtiva e usava as moitas como camuflagem para se esgueirar até o prisioneiro, libertando-o com alguns poucos cortes rápidos e precisos.

'brigadão aí! - Ele agradecia em um tom de voz alto, fazendo massagem nos próprios punhos, como que em alívio. O grupo de minks parava a discussão e olhava para a dupla, e nesse momento o garoto verbalizava o provável sentimento de Laly. - Ah, merda!

Poderiam se render, ou poderiam correr por suas vidas. Mas tinham de decidir rápido...

Nito Rinco:

O ornitorrico Perry corria para longe do porto, desejando não entrar em uma batalha que não lhe traria qualquer benefício. Corria por entre as árvores e arbustos, e o som da batalha que começava apenas servia como incentivo para acelerar sua velocidade.

Infelizmente seu tamanho diminuto (ou seria econômico?) combinado com a escuridão da noite não lhe ajudavam na tarefa de ver o que estava a frente, forçando-o a seguir vendo pouco mais que dois palmos a sua frente, esquivando-se de árvores e arbustos com espinhos sempre de última hora.

Foi quando passou por um arbusto e, sem se dar conta, acabava em uma clareira. De um lado havia um grupo de minks que pareciam discutir calorosamente sobre algo, e sequer notavam sua presença. - 'brigadão aí! - Ele escutava alguém falar bem alto, e ao se virar notava dois humanos, um homem e uma bela mulher, próximos de um arbusto. Cordas estavam cortadas no chão. - Ah, merda! - O homem falava.

Os minks não parecia nem um pouco felizes com os dois humanos, a ponto de não notarem Nito. Será que ele aproveitaria essa oportunidade para fazer algo, ou se manteria como um observador dos fatos?



OFF:

Peço desculpas pela demora, mas final de semestre sempre é puxado x.x

Ah, e se caso não notaram, Nito e Laly estão agora juntos <3
mp
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Nito
 Posted: Jul 4 2017, 11:32 PM
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Nito




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Nito is Offline

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Quando o som da batalha já estava longe o suficiente e tudo o que Nito precisava se preocupar era com os galhos inesperados na floresta, repentinamente ele se vê em um novo conflito. "Sério que eu corri de uma briga que eu provavelmente sou o responsável para cair em outra que não tem nada a ver comigo?!" Assim que sentiu a tensão no ar, o ornitorrinco deu um passo para trás. Seu instinto lhe dizia para correr para outro lugar. "Mas é exatamente isso que eu fiz a minha vida inteira! Não que eu vá enfrentar todas as minhas brigas de frente, mas aí que está... Essa briga não é minha!" Um sorriso desajeitado surgiu no bico de Nito, que sequer tinha sido notado pelos presentes ainda. Em um surto de coragem e determinação, o híbrido dá alguns passos à frente, se aproximando da fogueira e tentando ter uma visão melhor dos presentes com sua visão noturna.

- Pelo visto ninguém aqui sabe o que está fazendo! Err... Quer dizer, esse bando de animal aqui... Não, espera! O que eu quero dizer é que... Hmmm... Eu posso fazer o que vocês... Não sabem?!

O rumo que Nito tomava em sua vida podia ser novo, mas sua dificuldade de se comunicar em público continuava a mesma. "Calma. Respira. Tenta de novo." Mesmo com seu chapéu escondendo a maior parte de seu rosto, o ornitorrinco sabia que o conjunto de seu tamanho econômico, sua cor amigável e seu porte modesto lhe dava uma aparência inofensiva, com a qual contava para não ser não atrair o ódio dos presentes, apesar de sua má comunicação. "Certo, o que eu quero é oferecer meus serviços para quem estiver disposto a pagar. Quem pagar mais terá minha ajuda pra solucionar a situação presente. É só isso que eu tenho que dizer!"

- Muito bem, é só me darem seu dinheiro que eu não chuto suas bundas!

"Ah, droga!"


QUOTE (Vantagens e aprimoramentos)

Spoiler
Visão noturna (RACIAL): Por algum motivo, você nasceu com o dom de enxergar parcialmente no escuro. Sua visão não é ótima, mas permite que enxergue bem melhor que a maioria das criaturas. Podendo definir até 50% do ambiente.
Benefício: Permite enxergar perfeitamente em escuridão parcial e parcialmente em escuridão total, não sendo possível enxergar em cores no segundo caso.

Aparência Inofensiva (1PE): Por algum motivo você não parece perigoso. Talvez pareça muito pequeno, muito fraco, uma menininha segurando um pirulito... você escolhe o motivo. Além de outros benefícios, como entrar em lugares protegidos sem levantar suspeitas, possuir uma Aparência Inofensiva também ajuda em combate, pegando o oponente desprevenido. O truque NÃO funciona com ninguém que já tenha visto você lutar, e também não engana duas vezes a mesma pessoa! Não acumula com outras aparências.
Benefício: Interpretativo; Recebe penalidades quando tenta intimidar outros alvos; Quando cumpre os requisitos e limitações do aprimoramento pode aplicar um ataque surpresa mesmo que tenha sido notado, e recebe um bônus +2 neste teste.
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