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Angelique

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Jun 23 2016, 11:54 PM
Senhoras e senhores, tenho o prazer de trazer a vocês uma oportunidade irrecusável.

Eu e o grupo de desenvolvimento de ilhas estamos trabalhando em diversas ilhas da Grand Line, abrindo possibilidades para que players possam desfrutar da diversidade cultural e bizarrices do mundo de One Piece e pensando nisso, vemos que tem players que fazem suas histórias como um nativo da Grand Line que entrou nos blues de uma forma ou de outra. A ideia é simples, construir tais ilhas de onde nasceram ou apenas agrupá-las em uma já existente (como uma sereia que nasceu em uma caverna subterrânea da GL).

Por ser um território criado pelo player, a staff (digo por mim) irá acompanhar as criações do player, como leitura da história e toda ideia será discutida com o player e com demais desenvolvedores de ilhas e assim, não ficando aquele climão de alguém criar algo e outro deturpar.

O objetivo é dar mais espaço para os players serem importantes para algum lugar (sem exageros, como parte da monarquia ou coisa muito importante que vá deixar outros players em uma situação ruim) sem ter que ter sua cabeça a prêmio ou habilidade de uma grande façanha que envolva a Marinha/pirataria/caçadores. Apenas uma celebridade conhecida, um amigão da vizinhança, um herói lembrado, um monarca caído que tem apoio de um grupo de outros, etc.

Postem aqui suas fichas que iremos avaliar se deverá ser acoplada ou criada e logo entraremos em contato para discussão do desenvolvimento.
Jun 2 2016, 08:42 AM
O trio era aceito após uma careta do segurança e logo eram destinadas para o interior daquele local, descendo as escadas em fila e sem acompanhamento do homem, o que deixava Mischa meio acuada (mais do que já era), pois estava em uma situação extremamente delicada em que poderiam encurralá-los facilmente na descida, não sabendo o que esperar logo abaixo. Agarrou as vestes das companheiras para que se houvesse qualquer coisa, usaria de sua força para jogá-las para outro lado se tivesse de agir rapidamente.

Para sua sorte, no que chegavam no subsolo, viam um ambiente de luxo, agradável para qualquer um que tivesse o mínimo de gosto pelo excessivo. Olhou o ambiente, notando que seguranças como o lá de cima estavam lado a lado, em posições estratégicas para cessar todo e qualquer tipo de rebelião que pudesse gerar nas apostas mais acaloradas ou mesmo, facilitar uma acobertada caso a Marinha batesse ali. Muitas pessoas já estavam presentes e tinham seus próprios seguranças, fazendo com que a pequena batesse o olhar em Amber, que era a ocupação que estava interpretando, sorrindo para ela ao saber que haviam "semelhantes".

Não teve de deixar o seu manto para trás, então apenas se envolveu nele, mas não cruzou os braços, não queria chamar atenção de ninguém, apenas ficou atrás de Lalithya.


- Amber, fique com os seguranças no fundo, se der, recoste-se contra a parede, preciso que você seja minha ligação com os fundos. Não puxe papo com ninguém, seja fria. - Tentava instruir a mulher antes de ir com a pálida até as cadeiras, tocando um dos braços dela e inesperadamente se espantava na diferença de tamanho, em como sua mão era pequena ao tentar segurar a musculatura dela, tentando passar confiança em sua força, mas pela cara que havia feito, talvez Amber risse e riria junto como se tivesse contado uma piada para não levantar suspeitas.

- Fique perto do meio, mas mais para o fundo. Não queremos chamar atenção e nem sermos suspeitos, acho que essa posição é o suficiente para avaliarmos os produtos e o que vocês procuram. Desconheço os planos de vocês, mas os ajudarei no que for preciso. - Acompanharia-a até a cadeira que escolhesse sentar, mas não faria o mesmo, pois temia que "ajudantes" ou "burro de carga" (como era o seu papel ali), não seriam bem visto ao estar do lado de alguém com dinheiro, uma questão de poder e também, poderia retirar o lugar de um comprador poderoso e isso arrecadaria em problemas. Preferia ficar atrás dela e se lhe fosse consentida, colocaria as mãos no ombro da médica e apertaria um pouco a musculatura dela, não em uma massagem amigável, apenas querendo esconder a tremedeira que sentia ao estar naquele local que parecia uma ótima armadilha.

O palco era enorme e haviam já alguns itens cobertos para que não fossem vistos antes da hora, o que dava um ar de mistério que contagiava e incitava a permanecerem até o fim do leilão apenas para ver o que estava por baixo dos panos. Não tinha exatamente uma empatia por pessoas amarradas ou sedadas em um mercado que já sabia ser ilegal, já estava acostumada com a frieza dos humanos e apenas procuraria ouvir e prestar atenção em tudo ao redor, ver se conseguia escapar de Lalithya e ir até Amber, fazendo com que a circulação não fosse estranhada, como se levasse informações de uma a outra. Aproximaria o rosto lateralmente da de cabelos brancos, quase encostando bochecha na orelha, mas nada falando, apenas insinuando que estava a discutir algo e quando chegasse na loira, ficaria também bem perto dela e com a cabeça erguida.

O seu plano era básico, queria ver a movimentação do local e se havia rotação dos seguranças no ambiente, se havia alguma brecha para um escape rápido, mesmo que não exatamente quisesse formular uma briga ali, mas tinha um jeito ou outro para formular tais desentendimentos e se fosse necessário, gostaria de colocar os outros seguranças contra os donos. Seria uma briga por riquezas fáceis e no meio da confusão poderiam roubar o que bem entendessem do leilão com uma ajuda indireta dos seus compradores. Mas isso não era o seu plano principal.

Se algo ocorresse com Amber ou Lalithya, precisava ter a mobilidade de ir e voltar até elas para ajudá-las sem causar um estardalhaço ou transmitir mensagens entre as duas.

Realmente tinha medo de ser vista, ainda mais pelo gorduchinho que havia aprisionado-a (apesar de que não esperava que ele guardasse o rosto de cada pessoa que ele tinha preso, mas nunca se sabe) e isso a deixava meio nervosa, não tinha como combater a todos ali e se fosse descoberta, era melhor que Amber e Lalithya ficassem de fora, mas como sinalizar para que ficassem longe? Precisava falar isso diretamente para ambas antes que o show começasse.


- Lali... Se me acharem, estarei sozinha. Não tente fazer nada, apenas deixe que façam o seu trabalho. Não sou nada para vocês além de uma desconhecida que fora salva por Amber e isso é verdade Eu darei um jeito se algo acontecer. - Falava para ela fracamente, com um peso na respiração nervosa e aproveitava a aproximação para outro porém. Não tinha muito dinheiro, mas retirava do bolso seus 50.000 Berries (que talvez fosse visto como uma espécie de pagamento pelo que a outra havia feito no galpão anteriormente) e depositava discretamente no ombro de Lalithya para que, em uma sugestão, ela comprasse alguma coisa após uma de suas voltas, como se discutido com a segurança se era possível ou necessário comprar tal item. Claro que suas idas e vindas não seriam constantes, periódicas apenas para também não ser um empecilho para os demais.

Logo em seguida fora até Amber, tomando cuidado ao passar e aos olhares para si, abaixando um pouco a cabeça para que os cabelos viessem para a frente de seus olhos e juntando as mãos, anunciava a mesma mensagem para a tal segurança, ficando pouco tempo com ela, talvez para receber uma resposta ou um aceno com a cabeça de que ela compreendia e retornava para sua "mestra".
Jan 21 2016, 10:38 AM
Estava em uma tenda, apesar de já ter se recuperado de seus ferimentos, volta e meia colocava uma mão sobre as cicatrizes, apenas para ter certeza que estava tudo bem e aquele pedaço mais fino de pele a incomodava totalmente. Sentou-se e ficou um tempo parada, apenas observando o chão enquanto repensava em tudo o que havia ocorrido. Solaria estava morta, mesmo que procurasse pelo seu rei, ele provavelmente não queria vê-la e sua filha, aquela que poderia reger em seu nome, desaparecida. Passou a mão na testa para secar uma camada de suor que começava a se formar, estava um tanto abafado.

Aproveitando que Anjje não estava por perto, resolveu então retirar seu maiô e as luvas, ficando apenas com um de bikini na parte superior, suas calças não chegavam a fechar-se (prendia suas soqueiras nas laterais da calça), então a parte interior era exposta, se conseguisse um manto, até poderia enrolar na cintura. Olhou para suas cicatrizes e mordeu o canto do lábio, lembranças de sua frustrada defesa do reino. Aquilo seria carregado para sempre, como martas de humilhação... e a maior delas, causada pelo seu próprio "pai".

Terminou de se analisar (com grande desgosto) e fora lá para fora, já sentindo o bafo que era o local, passando a mão pela testa mais uma vez e ouvindo alguns zunidos em sua volta. Talvez fosse uma péssima ideia ter tirado o maiô, mas preferia ficar dando tapas de tempos em tempos do que sofrer de calor com suas roupas.

Pegou um galho que estava jogado por ali e como uma criança, passou batendo com ele por onde passava, não sabia onde Anjjeperura estava, então seguiria em direção da cidade, que não era longe, talvez lá encontrasse algum pano ou uma saia para si, além de poder pegar informação do local.

Não sabia exatamente por onde começar, estava perdida e sem para onde ir, mas precisava achar Stella, será que encontrar a Marinha era uma jogada inteligente a se fazer? Pensaria em algo até chegar em Inala, talvez até encontrasse o lendário soldado por lá.


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