~ EMBARCAÇÃO ~
Nome: -x-
Velocidade -x-
Vitalidade -x-
Numero de Tripulantes: -x-
HP -x-
• Habilidades Especiais:-x-
• Descrições: -x-
Custo -x-
• Canhões:Nome: -x-
Ataque: -x-
Localização: -x-
~ EXTRAS ~
APARÊNCIA: Comecemos de seus cabelos. São longos e negros indo até os seus ombros. Não demonstram nenhum tipo de mal cuidado com ele, é sempre muito limpo vistoso.Agora seu rosto. Geralmente ele não demonstra algum tipo de sentimento mantendo sempre o rosto fechado, seus olhos são azuis bem claros, adquiriu a coloração é um azul celeste bem claro.Seu nariz não é muito grande nem pequeno, é considerado normal, e sua boca é fina , porém nem o nariz nem a boca ficam visíveis por causa da máscara vermelha que ele usa para não demonstrar expressões.Agora vamos aos seus Trajes. Eles são negros com algumas partes destacados em vermelho na costura , é praticamente um sobretudo pois cobre o corpo todo, não usa nada por baixo, usa uma calça negra com a típicas sandálias ninjas da cor negra. Agora vamos ao seu físico, ele é alto e magro para a sua idade, não demonstra algum tipo de aptidão física assim tendo a aparência de “fraco”.
PERSONALIDADE: Shogi é extremamente largado, é um viciado em jogos de azar, daqueles que ficam o dia todo jogando poker, quando da strip poker. Ele geralmente não gosta que as pessoas falem mal dele ou d e uma pessoa próxima a ele, ele nunca imaginou nenhum futuro, sempre quis jogar e jogar, ele é muito ligado as coisas banais, como dinheiro, mulheres , prazer , poker e etc...
HISTÓRIA:
- Prolog NUNCA ACHEI QUE TINHA QUE SER DESTA MANEIRA - Embora sempre achei que aquela era a maneira mais correta dos fatos acontecessem, pelo menos era a maneira mais justa possível.
Olhei fixamente, sem respirar, através daquela imensa estrada, dentro dos olhos escuros daquele miserável, ele retribuiu satisfeito o meu olhar.
Com certeza achei que morreria naquele momento, cambaleante, sangrava em vário locais no meu corpo, apoiei minha arma no chão fazendo o reflexo do sol batendo na minha arma fosse na cara daquele homem velho, ele se aproximou lentamente com aqueles passos mancos, eu ofegante consegui perceber eu estava exausto ao ver meu reflexo na espada começar a embaçar , estava me segurando para não cair. Ele finelmente havia me alcançado e sorriu, decepcionado.
Olhei para aquele rosto, demonstrava experiência com aquelas rugas todas, e dava para ver o que se passou pela vida deste incrível homem pelas suas cicatrizes. Naquele momento ele me tocou, eu não agüentava mais, com meu últimos suspiros tentei dizer-lhe que falhei , porém foi em vão, não consegui falar nem o primeira siliba, desmaiei.
The Born of a Future POSSO CONTAR COMO TUDO COMEÇOU – Pelo menos o que uma pessoa muito amada me contou. Meu pai estava caçando na selva, enquanto minha mãe grávida colhia na pequena horta que tínhamos em frente a nossa humilde residência , uma casa com quatro cômodos, dois quartos, cozinha e banheiro, passavam a maior parte do tempo com a família de minha mãe, que não era muito longe dali, hoje teria um “ encontro familiar “ , era assim que eles chamava a reunião, minha mãe se chamava Meiron e meu pai Aerc. Os dois vieram de famílias muito pobres, e eram extremamente apaixonados um pelo outro, porém nunca tiveram dinheiro ao menos para fazer o casamento. Meu pai estava quase louco pois minha mãe estava grávida do seu primeiro filho, e a família de minha mãe o pressionava, teria que dar um jeito de casar logo.
Pelo que me contaram sei que naquela reunião a família finalmente decidiu ajudar na renda do casamento, claro que eles teriam que pagar uma grande parte, porém já era uma grande ajuda. Deram aproximadamente três meses a meu pai, caso contrario , eu avô não permitiria o casamento.
Meu pai tinha uma certa experiência na selva, como caçador, e então começou a passar tempo integral caçando para vender os animais, e conseguir alguma rendinha a mais. Esse foi seu primeiro erro. Minha mãe já estava no oitavo mês, e não podia ficar sozinha, pois poderia entrar em trabalho de parto a qualquer hora, ainda mais com o que estava para acontecer.
Era meio dia , hora que meu pai voltava para casa para comer, estava demorando muito, quando a porta abriu bruscamente, quebrando as simples dobradiças.
Um homem alto entrou pela porta, com um grande machado. Ele olhou para minha mãe com desprezo , juro que se estivesse La não deixava nem um dedo para contar história, pois o que ele fez foi cruel. Com aquele rosto de monstro abriu os lábio e com arrogância falou:
- Aonde está Aerc – Dizia ele encarando minha mãe que se apoiava na mesa de madeira para não cair –
- E e eu não, não sei! – dizia ela gaguejando, estava morrendo de medo daquele homem –
- Não minta pra mim cachorra – Dizia isso virando um bofetão na cara de minha mãe, ela caiu no chão e colocou a mão no rosto, e chorava de soluçar , estava temendo a morte pela primeira vez –
Minha mãe ficou sem palavras até que o som de uma lâmina ao bater em corpo humano foi ouvido, um pequeno pedaço da ponta do machado havia conseguido atravessa o corpo do brutamontes que cai morto no chão com a cabeça ao lado de minha mãe, o sangue se espalhava enquanto ela olhava a face de seu herói, um homem pequeno com o cabelo um pouco grisalho e não aparentava ser forte, parecia tão frágil que nem era possível carregar um machado daquele tamanho – sim devia ser grande para poder atravessar um corpo - ele olhou para ela sem demonstrar nenhum sentimento, estava apenas sério enquanto olhava fixamente para o doce e olhar inocente que minha mãe.
- Saia daqui, rápido – dizia ele já se virando para ir embora –
- Espere! – dizia minha mãe procurando aquele misterioso homem que salvou a sua vida, rapidamente levantou, tropeçou no corpo do brutamontes e quando saiu de sua casa , aquele homem já havia desaparecido.
Esse homem eu conheci alguns anos depois do meu nascimento, mais isso não vem ao caso. Meu pai chegou alguns minutos depois, se espantou ao ver minha mãe no chão gritando do dor, com aquele sangue no chão entrou em pânico.
- O que aconteceu? Meu conte! – dizia ele mostrando aflição enquanto via sua mulher suar frio , mais não tinha nenhuma marca de sangue pela roupa para seu alivio .
- Acho que, estourou – Dizia minha mãe sem conseguir falar muito –
- Estourou o que mulher!? – Dizia ele ainda em dúvida, estava tão espantado que esquecera a caça do lado de fora pegando poeira –
- A bolsa Aerc! A Bolsa! – Dizia ela soltando vários gemidos de dor , Aerc a olhava sem saber o que fazer –
Foi ali mesmo que aconteceu, meu pai mesmo que retirou o cordão umbilical e me botou no colo da minha mãe, meu pai disse que eu tinha cara de joelho, mais nunca consegui imaginar alguém assim, depois que as coisas finalmente se estabilizaram, minha mãe confessou .
- Um Homem alto,grande,forte veio te procurar – dizia ela já com a voz demonstrando mais calma, parecia que tudo tinha passado já que ela havia botado o corpo do homem atrás de uma moita, foi realmente um trabalho pesado pois o homem pesava aproximadamente uns 100kg –
- Acho que está na hora de te falar, uff – Dizia meu pai, demonstrando que tinha algo grande para conversar, se sentou, iria demorar – Eu virei caçador de recompensas, comecei a matar piratas de baixo calão com minhas armas para conseguir dinheiro, - Ele matava até crianças que se intitulavam “ Piratas “ - e arranjava algumas caças para disfarçar, conforme fui matando pessoas, também fiquei procurado, e acho melhor nos mudarmos.. –
A partir daí rola uma longa discussão, e eles só não se separaram por minha causa, não acreditei até hoje que meu pai, doce já foi um assassino frio, matando aqueles que se arrependeram que fizeram pequenos crimes, pois não tinha estatura para matar um bandido de verdade. Foi um dos motivos dos quais eu me inspirei para ser o que sou hoje.
Agora posso começar a contar como realmente me tornei esse ser humano de hoje, nasci, saudável naquele dia, sempre fui forte contra doenças, quando me adoecia, era uma doença daquelas. Quando finalmente completei 3 meu pai foi assassinados por bandidos que depois seriam executados pelo rei da área aonde morava, a quem eu não consigo concordar com os atos , mesmo tendo punidos as pessoas que acabaram com uma parte da minha vida, meu pai era meu herói, pelo menos até minha mãe me contar a verdade quando eu havia apenas 10 anos, quando eu a abandonei. Por quê? Ela havia se apaixonado de novo, o que era imperdoável para mim. Simplesmente sai de casa para não causar tumulto, mesmo com a infidelidade da minha mãe eu a amava, sabia que ela iria sofrer um pouco , mais era melhor do que ela ter a dor de odiar um filho. Após 3 meses de sair de casa, estava a ponto de morrer, com fome, com sede, não sabia ainda me sustentar, tive que me virar com uma faca que tinha levado na mochila, a única coisa que tinha para me defender, matei meu primeiro animal, não sabia o que fazer, mais estava morto de fome então comi cru aquele animalzinho, que era um cervo, passando-se alguns anos comecei a me acostumar, foi ai que minha vida mudou completamente.
- Olá Garoto! – ecoou uma voz já gasta, de uma pessoa realmente muito mais velha –
- Quem está ai? – eu disse com um certo pavor no tom de voz –
- Não tenha medo, estou aqui para te ajudar, como fiz a 12 anos atrás – parecia conhecer essa voz, não sabia de onde , mais ela com certeza me passava confiança -
Foi ai que conheci meu velho rabugento, Kreeh , mais conhecido como o Pecador nos bons tempos, agora era simplesmente um Velho .
- O que você quer comigo? – dizia eu tentando passar confiança, do mesmo jeito como ele havia feito enquanto olhava fixamente para aquele olhar desgastado com aquelas olheiras gigante, ele retribuía o olha sem piscar, parecia extremamente concentrado –
- Eu quero um sucessor – Dizia ele, o que me fez se espantar –
Aquele foi o começo de minha carreira, ele foi realmente meu pai , aquela pessoa que sempre me ajudou nas piores horas, aprendi a minha filosofia com ele. “Seja Leal a aquilo que Acredita” . Foi aonde tudo que começou, e o principal, minha Ambição.
Queria tornar o mundo melhor mesmo que significasse matar todos os criminosos.
- Mais espera ai, como assim? – eu dizia ainda com um olhar confuso, não conseguia mais olhar para aqueles olhos, uma força me fazia olhar para baixo –
- Você vai viajar comigo e vai aprender a maioria das técnicas que sei, e se possível até me superar, quero alguém para continuar o que parei quando fiquei velho, quero que esse mundo se torne o melhor possível. Topa? – Dizia ele olhando firmemente enquanto se aproximava de mim, ajoelhou um uma perna no chão enquanto se apoiava na outra, ficou mais baixo do que eu , e esperou a minha resposta –
- Acho que.. S...Sim!
Aquele foi um dos melhores dias da minha vida, de volta a cidade da lua crescente, fui a minha velha casa, passei ligeiramente os olhos para minha mãe limpando a mesma, logo corri para o porto aonde Kreeh me esperava, fui para o navio com ele, tinha várias pessoas La, ele queria me ensinar as coisas no alto mar, foi a primeira vez que vi uma arma na minha vida, anos se passaram e eu fui aprendendo a mecher naquela coisa que chamavam de arma .
The Sinner. Esse foi o fato que se resume ao meu estado atual, nós após anos na embarcação paramos em uma ilha, eu não sabia qual seria, todos os homens saíram do navio e se espalharam pela floresta, lembro do que Kreeh me falou naquela hora .
- No Coração da ilha há uma espada , traga para mim e poderei deixar você como meu sucessor.
Entrei com minha arma empunhada, encontrei a arma, pisei em uma armadilha, várias pessoas riram de mim, infelizmente entrei em estado de fúria, matei muitos ali que eram meus amigos, eu nunca havia sentido isso, sentia que queria pegar a espada a qualquer custo, peguei ela e voltei, até que um homem me parou, era James da tripulação, estava com um olhar de raiva, em o encarava com meus olhos fixos nos dele, não pensei duas vezes, atirei, ele desviou , e me atacou com sua espada, foi uma luta demorada até que ele me venceu, pegou a espada e quebrou, meu destino estava arruinado, até que consegui voltar com vida para Kreeh. Foi nesse momento que desmaiei, foi nesse momento que acordei em um cassino, não lembrava quem eu era, ou nem ao menos meu nome, só descobri que sabia mexer com uma arma, e sabia jogar poker, ai adquiri meu vicio , só ai descobri outra coisa, o nome pecador vagava na minha mente me atormentando, foi ai que fiquei conhecido como o pecador, achei que fosse meu nome, até que pegava bem.
This post has been edited by GM Xaxo on Jul 3 2009, 10:13 AM